segunda-feira, 10 de Maio de 2021

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Conselho Tutelar deixa de enviar crianças e adolescentes para Casa Lar

Conselho Tutelar deixa de enviar crianças e adolescentes para Casa Lar
Crédito da foto Para Antônio de Picolli / Tribuna do Vale
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Os problemas de segurança e estruturais da Casa Lar Cantinho do Céu em Santo Antônio da Platina chegou ao seu limite esta semana depois que o Conselho Tutelar anunciou (nesta segunda-feira, 1º) que a partir de agora não vai mais mandar crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade para a entidade.  
 
As recorrentes falhas na segurança e no atendimento aos abrigados fez com que o Conselho Tutelar promovesse também na manhã desta segunda-feira uma reunião com representantes da Casa Lar, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e Assistência Social para discutir o destino de quatro crianças que foram retiradas da família e sobre as melhorias que precisam ser adotadas na entidade. A insegurança por parte dos conselheiros se prolonga desde 2014. Desde então já protocolaram quatro pedidos de providências judiciais envolvendo a entidade. O Ministério Público Estadual investiga as denúncias.
 
No último domingo, 31 de janeiro, a pedido de Conselheiros Tutelares, a Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência na Casa Lar. De acordo com o boletim de ocorrência, por volta das 15 horas, um adolescente de 13 anos – portador de necessidades especiais – agrediu uma criança de 6 anos com um pedaço de madeira – o que veio lhe causar um hematoma na perna. O mesmo adolescente já havia tentado agredir outra criança de 9 anos, mas foi impedido por uma das funcionárias. Para os conselheiros, esta ocorrência mostra mais uma vez a completa falta de condições de atender e garantir a segurança dos 12 abrigados do Lar. Além disso, a entidade sofre a falta de funcionários para cuidar dos menores.
 
Também no domingo, 31, o atendimento na entidade ficou prejudicado com a ausência de funcionários que decidiram cruzar os braços para protestar contra o atraso no pagamento dos salários de dezembro. Segundo o Secretário de Ação Social, Israel Junior da Silva, o funcionário que não apresentar atestado médico para justificar sua ausência no trabalho poderá ter seu contrato de trabalho reincidido.

Atendimento
 
Para determinar o destino das quatro crianças que precisam de abrigo, foi agendada uma reunião nesta terça-feira, 2, com a promotora da Vara da Infância e Juventude, Maricleia Bório e os membros do Conselho Tutelar e Conselho da Criança e do Adolescente. Por enquanto elas ainda estão sendo mantidas na Casa Lar sob responsabilidade da diretora, Carla Cristina de Oliveira.
 
Na opinião do vice-presidente do Conselho da Criança e do Adolescente, Cristiano Benedito Lauro, para melhorar a qualidade da Casa é necessário a apresentação de um plano de ação dentro da entidade, contratar profissionais qualificados e investir em capacitação. “São poucos profissionais para cuidar de 12 crianças. Não se justificam tantas ocorrências”, advertiu.
 
No mês de janeiro, outras duas ocorrências foram registradas dentro da Casa Lar envolvendo os abrigados e funcionários. Segundo o gestor, já foram abertas sindicâncias para investigação dos fatos e afastamento de uma das funcionárias temporariamente até que seja concluída a apuração. “Já afastei e estou afastando outros profissionais que de certa forma não se adequaram às normas da entidade. Estamos em busca de credenciados que estejam dispostos a trabalhar. Lembrando, que contratamos somente pessoas que já possuem experiência na área”, justificou Israel Junior.
 
Na manhã de terça-feira, 9, será realizada uma reunião com os órgãos responsáveis para a apresentação do Plano de Ação da Casa Lar. Trata-se de uma ferramenta para acompanhamento de atividades. O plano vai auxiliar na coordenação das equipes, e mostrar quem é responsável por cada atividade. Com um Plano de Ação em mãos é possível apresentar fácil e rapidamente o andamento de atividades, as táticas utilizadas, quem executou, quando, enfim, todo o histórico das ações executadas ou previstas.
 
O gestor ainda se comprometeu em levar ao judiciário todas as recomendações pautadas na reunião para aprovação e garantir uma melhor estrutura para a Casa Lar de Santo Antônio da Platina. 

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Fonte do post: Dayse Miranda / Tribuna do Vale

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