terça-feira, 11 de Maio de 2021

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Operários que salvaram crianças da morte mantém rotina e descrição

Operários que salvaram crianças da morte mantém rotina e descrição
Crédito da foto Para Seis operários salvaram a vida de três crianças que se afogavam em cava durante acidente automobilístico (Antônio de Picolli)
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Quinze dias após o grave acidente automobilístico que provocou a morte da dona de casa Giliane Paitach, de 30 anos, em uma estrada rural localizada próximo à PR-092, em Wenceslau Braz, funcionários de uma empreiteira que presta serviços à Sanepar, responsáveis por evitar uma tragédia ainda maior naquele dia, sequer sabem quem são as vítimas da fatalidade. Mesmo após salvar a vida de três crianças – filhos da motorista – que se afogavam no interior do veículo que caiu em uma cava, ninguém da família os procurou até o momento para ao menos agradecê-los. Ainda impactados com o acontecimento, os operários mantém rotina e a discrição ao comentar sobre o assunto.

Na manhã de ontem (21), Giovani Bernardo Manuel, 29, Augusto Amulaq, 58, Rogério Wardrzinski, 43, José Kulek, 55, José Ferreira dos Santos, 46, e Francisco Bezerra de Lima, 39, funcionários da Martins Engenharia, retornaram com a reportagem ao local do acidente ocorrido na manhã do dia 8 de janeiro. Os operários relembraram a tragédia e não esconderam a emoção ao detalhar como tudo aconteceu.

De acordo com chefe da equipe, Rogério Wardrzinski, o grupo trabalhava na construção de uma adutora em uma estrada rural localizada a poucos metros da PR-092, quando um dos funcionários percebeu que um carro havia caído em uma cava e pessoas no interior do veículo pediam por socorro.

Ao se aproximar do local, um dos funcionários encontrou o veículo submerso (com as rodas viradas para cima), e rapidamente avisou os companheiros do ocorrido pedindo a eles que se deslocassem com a retroescavadeira para levantar o carro e tentar salvar as vítimas.

Enquanto prendia os cabos ao veículo, Augusto Amulaq não ouviu mais qualquer barulho que pudesse indicar a possibilidade de haver alguém ainda com vida no interior do automóvel, porém, assim que o carro foi suspenso o funcionário percebeu que dois dos quatro ocupantes ainda estavam vivos, um garoto de  9 anos e uma menina de 11 anos. A mãe e um irmão das crianças, um bebê de 1 ano, aparentavam estar mortos.

No entanto, após as vítimas serem retiradas do carro o operador da retroesacavadeira, Giovani Manuel, instintivamente iniciou as manobras de salvamento no bebê, mesmo sem nunca ter recebido qualquer treinamento de resgate. “Me lembrei de algumas instruções de primeiros socorros que aprendi quando tirei a carteira de habilitação e resolvi praticá-las para salvar aquele garotinho. Por pouco mais de 15 minutos realizei a massagem cardíaca e respiração boca a boca na criança, e de repente ela voltou a respirar. Então a colocamos no veículo da empresa e corremos ao pronto-socorro. Felizmente está viva”, disse Manuel bastante emocionado.

A iniciativa do funcionário, segundo o médico do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA), Rodrigo Faria, foi determinante para salvar a vida da criança, que apesar de ainda permanecer na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Infantil de Londrina, na quarta-feira (20) deixou de respirar com a ajuda de aparelhos.

Rogério Wardrzinski acredita que não por acaso o grupo estava no local e horário certo. “Somos todos da região dos Campos Gerais. Era o nosso primeiro dia de trabalho na cidade. Temos a certeza que Deus nos colocou naquele local para salvarmos aquelas crianças. Infelizmente a mãe delas não sobreviveu”, lamentou o trabalhador.

Caso arquivado

De acordo com o delegado Miguel Chibani Bakr Filho, titular da 36ª Delegacia Regional de Polícia de Wenceslau Braz, o caso está praticamente esclarecido e o inquérito pode ser concluído e arquivado assim que a Polícia Civil receber o laudo do Instituto Médico Legal (IML) com o resultado sobre a causa da morte da motorista.

“Conforme as investigações, a motorista conhecia bem o trecho e seguia para uma propriedade onde habitualmente buscava o leite para a família. No entanto, naquele dia a estrada estava bloqueada em razão de obras da Sanepar e o local estava devidamente sinalizado. Entretanto, segundo uma testemunha, ao invés de contornar a estrada a motorista preferiu voltar em marcha à ré e caiu com o veículo na cava, o que causou a fatalidade. Resta saber se a vítima morreu afogada ou em decorrência de alguma lesão causada pelo acidente ou por conta de um mal súbito”, explicou o delegado.      

 

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Fonte do post: Luiz Guilherme Bannwart

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