domingo, 16 de dezembro de 2018

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Participação de idosos no mercado de trabalho cresce 42% no Paraná

Participação de idosos no mercado de trabalho cresce 42% no Paraná
Crédito da foto Para Seu Brasilino: após três anos aposentado, ele voltou ao mercado de trabalho (foto: Franklin de Freitas)
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O número de pessoas com mais de 50 anos (que o próprio Ministério do Trabalho define como “idosos”) no mercado formal de trabalho está em alta no Paraná e cresceu aproximadamente 42% em cinco anos, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais). Em 2010, eles somavam 371.649 trabalhadores com carteira assinada. Em 2015, último ano com dados disponíveis, havia saltado para 526.116.

O crescimento mais expressivo se deu na faixa etária acima de 65 anos, com aumento de 75,18% no período analisado – eram 18.335 trabalhadores em 2010 e, cinco anos depois, já somavam 32.120. Já na faixa entre 50 e 64 anos, a variação foi de 39,82%, passando de 353.314 para 493.996.

Curiosamente, o número de trabalhadores com idade entre 50 e 64 anos e acima de 65 anos não só foram as faixas etárias que registraram maior crescimento nos cinco anos em análise, como também as únicas que tiveram alta na comparação de 2014 com 2015.

De acordo com Bernt Entschev, headhunter e fundador da consultoria em recursos humanos que leva o seu nome, no momento em que a economia vai mal é comum haver um aumento na participação dos mais velhos no mercado formal de trabalho. São dois os principais motivos para isso: é que se tratam de profissionais que custam menos e que costumam ser “mais dóceis”.

“As pessoas mais velhas se encaixam melhor nos regimes empresariais, com cortes de benefícios. Eles se conformam de forma mais amigável e com mais sabedoria”, aponta o presidente da De Bernt Entschev Human Capital. “Além disso, muitos já estão aposentados e querem um salário adicional. Então não importa muito se é um salário alto ou pequeno, porque de toda forma já reforça o caixa. E essas pessoas trabalham melhor sobre um sistema mais rídgido de comando.”

Ainda segundo o especialista, a grande maioria das vagas – ele estima que cerca de 95% – ocupadas por esses profissionais são com salários de menor expressão, em funções como auxiliar de caixa, vigilente de supermercado, empacotador e auxiliar de produção.

“No Paraná, segundo os dados do Rais, tivemos em 2015 um salário médio de R$ 2,5 mil. Mas essas pessoas (acima de 50 anos) entram ganhando um pouco mais de um salário mínimo e até R$ 2 mil, então são salários que, infelizmente, puxar a média salarial para baixo”, afirma Entschev, destacando que há espaço para uma absorção ainda maior desses trabalhadores, que “são um petisco bastante apreciado pelos empresários”.

Emprego formais – Paraná

Faixa etária

2010

2011

2012

2013

2014

2015

Variação

2010

2015

15 a 17

40.442

46.998

49.298

50.229

48.315

37.074

-8,33%

18 a 24

517.319

533.428

546.892

551.237

539.829

500.400

-3,27%

25 a 29

456.761

464.553

469.285

474.111

477.952

463.095

1,39%

30 a 39

786.944

824.829

863.646

889.523

900.939

896.979

13,98%

40 a 49

610.262

642.031

666.138

683.445

695.835

689.077

12,92%

50 a 64

353.314

386.829

415.099

446.125

474.677

493.996

39,82%

65 ou mais

18.335

21.141

22.746

26.079

28.918

32120

75,18%

Total

2.783.715

2.920.277

3.033.665

3.121.384

3167134

3.113.204

11,84%

Todos saem ganhando, diz coodenador

Continuar trabalhando depois de aposentado, seja para aumentar a renda familiar, seja para dar um novo sentido ao tempo livre, pode trazer benefícios a todos os envolvidos, afirma o coordenador de Relações do Trabalho, Antônio Artequilino da Silva.
“A empresa que contrata um aposentado se beneficia com o aporte de conhecimento que essa pessoa acumulou durante toda uma vida. Além da maturidade, responsabilidade, confiança, pontualidade entre outras vantagens. E a integração e a interação entre diferentes gerações fortalece a equipe de trabalho”, diz.
Ainda segundo o coordenador, o pagamento de salários menores para “é um tipo de violência contra a pessoa idosa” que precisa ser mudado. Ele ainda destaca que, mesmo para quem já conquistou a aposentadoria, é obrigatória a contribuição previdenciária. A legislação trabalhista, no entanto, assegura ao aposentado que volta ao mercado de trabalho todos os direitos dos demais trabalhadores: férias, 13º e salário-família. Porém, ele não tem acesso ao auxílio-acidente e auxílio-doença.

Estava ficando doente, afirma aposentado

“Depois de seis meses em casa, estava ficando doente.” Essa é a resposta do funcionário do setor de Hortifruti do Supermercado Condor do Novo Mundo, Brasilino Camargo de Miranda, 72 anos. Ele conta que, após trabalhar por mais de 35 anos como borracheiro, se aposentou, mas não conseguiu “curtir” a aposentadoria. “Sempre trabalhei com gente por perto e ficar parado em casa estava me fazendo mal. Eu estava ficando triste”, conta.
Seu Brasilino, como é conhecido pelos clientes e colegas de trabalho, lembra que ficou sabendo da vaga no Condor através da esposa. “Ela chegou em casa e me disse que o Condor estava fichando e disse que eu deveria tentar uma vaga e foi o que eu fiz” , diz. Depois de fazer o cadastro para a vaga, fez um teste e passou. “E já são quatro anos que estou aqui e muito feliz”, diz. “Aqui eu conheço gente nova todo dia, converso, faço novas amizades e faço exercícios também o que foi muito bom para as minhas pernas, que antes doiam e agora não doem mais”, comemora.

 

Mercado de trabalho formal

Variação 2010-2015

50 a 64 anos

39,82%

65 anos
ou mais

75,18%

Total

41,56%

2015

50 a 64 anos

493.996

65 anos
ou mais

32.120

2014

50 a 64 anos

474.677

65 anos
ou mais

28.918

2013

50 a 64 anos

446.125

65 anos
ou mais

26.079

2012

50 a 64 anos

415.099

65 anos
ou mais

22.746

2011

50 a 64 anos

386.829

65 anos
ou mais

21.141

2010

50 a 64 anos

353.314

65 anos
ou mais

18.335

 

 

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Fonte do post: Rodolfo Luis Kowalski e Ana Ehlert

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