Monday, 30 de November de 2020

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Polícia Civil esclarece assassinato de comerciante

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Photo Credit To Antônio de Picolli
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Investigação revela que Dirceu da Silva, proprietário do bar Zero Grau, na Vila Santa Terezinha, foi executado por denunciar um grupo de traficantes que pretendiam usar o seu ponto comercial para vender drogas

Noite de 13 de fevereiro deste ano. O comerciante Dirceu da Silva, 48, já se preparava para fechar o seu bar na rua Terezinha de Jesus Cherubim, na Vila Santa Terezinha, em Santo Antônio da Platina, quando um homem vestido de preto usando luvas, capa e uma mascara – conforme o depoimento de testemunhas – invadiu o local e, sem dizer nada iniciou uma série de disparos contra o proprietário do bar. Para ter certeza que a vítima não sobreviveria, o matador ainda recarregou a arma, e sem piedade a descarregou novamente contra o alvo. Em seguida, o assassino fugiu em um carro de cor prata que o aguardava próximo ao local.

Um crime praticado em local ermo, com apenas algumas câmeras de segurança pelo bairro e presenciado por poucas pessoas, que por temerem pela própria vida imperaram a lei do silêncio. Esclarecer o quê de fato teria motivado a morte do comerciante seria uma tarefa difícil aos policiais da 38ª Delegacia Regional de Polícia. No entanto, após quatro meses de investigação a Polícia Civil identificou e prendeu o autor da execução, e descobriu que morte do comerciante estava relacionada ao interesse de traficantes que não conseguiram conquistar a confiança de Silva para comercializar drogas aos clientes do bar Zero Grau. Ao recusar a proposta, a vítima teria mandado um recado intimidando o chefe do tráfico, que então determinou a execução do comerciante.

“Os trabalhos de investigação foram complexos, pois a vítima era um trabalhador, aparentemente sem qualquer relação criminosa. No entanto, em 2014 o comerciante foi acusado de ter efetuado um disparo de arma de fogo contra o rosto de uma mulher no mesmo bairro. A linha inicial de investigação focou então na possibilidade de a execução estar relacionada ao crime praticado pelo comerciante. No entanto, a suposição foi descartada com o surgimento de elementos que sustentaram a tese de que o homicídio estava na verdade ligado a interesses de um grupo de traficantes de droga”, disse o titular da 38ª Delegacia Regional de Polícia, Tristão Antônio Borborema de Carvalho.

Segundo o delegado, Silva teria negado uma proposta recebida de um traficante e depois o ameaçado. “Um dos chefes do tráfico em Santo Antônio da Platina, interessado no ponto do comerciante, pediu a uma mulher que fosse até o bar e propusesse a ele uma parceria na venda de drogas a usuários que frequentavam o local. A proposta irritou o comerciante, que pediu à ‘agenciadora’ que informasse ao patrão que polícia seria informada da oferta. Desde então, Silva passou a ser ameaçado de morte. Tudo já estava articulado. No dia do crime, durante a tarde, a mando do traficante interessado no ponto um comparsa enviou mensagens ao comerciante o ameaçando de morte. Um segundo envolvido no esquema, que também integra a quadrilha, emprestou a arma usada no crime, e um usuário que devia drogas ao traficante, identificado como Patrick Ricardo de Oliveira, 24, para acertar as contas com o ‘patrão’ praticou a execução”, detalhou o delegado.

Para a Polícia Civil o crime está esclarecido. Na tarde de quinta-feira, 25, em cumprimento de mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça, os investigadores da 38ª DRP, acompanhados pelo delegado, encontraram na casa do suspeito, na Vila Santa Terezinha, a máscara e a capa usada pelo assassino do comerciante. Os objetos foram apreendidos e será apresentado ao judiciário. Oliveira e os outros três envolvidos no crime – já considerados foragidos – foram indiciados por homicídio qualificado, e se condenados podem cumprir pena que varia de 12 a 30 anos de prisão.

O delegado Tristão de Carvalho destaca que neste ano foram registrados três homicídios na cidade, todos já esclarecidos. Os suspeitos foram indiciados e aguardam julgamento.

Acusado nega envolvimento e apresenta álibi

Patrick Ricardo de Oliveira nega a autoria do crime e alega que no momento do homicídio estava com um grupo de amigos em um bar à margem da BR-153, onde participava de uma roda de pagode. Segundo afirmou em seu depoimento à polícia, ele só deixou o local depois que o proprietário do bar onde estava recebeu a informação sobre o crime e pediu para que o grupo parasse com a música para fechar o estabelecimento. No entanto, segundo o delegado Tristão de Carvalho, uma testemunha disse ter visto o momento que Oliveira deixou o local por alguns minutos e depois voltou a integrar a roda de pagode. Em seguida, ao perceber a movimentação policial em direção ao local do crime, Oliveira entrou no banheiro e só saiu quando a situação se acalmou. Além da testemunha, uma perícia telefônica mostrou que houve deslocamento no sinal de torre no aparelho celular do suspeito (saindo e retornando ao bar) no horário do homicídio.

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Post source : Luiz Guilherme Bannwart

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