sábado, 11 de julho de 2020

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Sem inovação e tecnologia região pode amargar atraso

Sem inovação e tecnologia região pode amargar atraso
Crédito da foto Para O SRI tem a missão de promover o desenvolvimento sustentável por meio do fomento à tecnologia e inovação - Antônio de Picolli
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Levantamentos realizados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) e apresentado durante a abertura da Feira de Tecnologia GeniusCon, realizada em novembro do ano passado, em Jacarezinho, mostram que o Norte Pioneiro, num conjunto englobando 29 municípios, está na contramão do desenvolvimento estadual.

Os números alarmantes passaram despercebidos pela maioria dos milhares de visitantes da mostra, inclusive autoridades, mas revela dados que exigem uma reação imediata das lideranças regionais e dos agentes promotores do desenvolvimento. Sem investimento em inovação e tecnologia, o Norte Pioneiro perderá quase 40 mil habitantes e verá o agravamento do quadro econômico, realçando a atual posição de menor Produto Interno Bruto – PIB per capta do Paraná.

É um quadro assustador, mas que pode ser revertido, avalia o consultor regional do Sebrae-PR, Odemir Vieira Capello, que coordenou a mostra de tecnologia. Para isso, recomenda, a saída está na inovação e tecnologia foco da Geniuscon e do trabalho desenvolvido pelo Sistema Regional de Inovação do Norte Pioneiro (SRI-NP), que reúne 40 entidades da região.  

Descompasso

A região, segundo analistas, apresenta um quadro de apatia e descompasso com o que ocorre em outras regiões do Estado. Os atuais prefeitos que compõem a Associação dos Municípios do Norte Pioneiro (Amunorpi) entram no quarto ano de mandato e parte deles cumprindo a segunda gestão consecutiva, sem que a entidade tenha conseguido pelo menos um esboço do que deveria ser um plano regional de desenvolvimento sustentável.

É de causar incômodo, senão vergonha, o fato de que há 30 anos tentou-se implementar um plano de desenvolvimento dos municípios da Amunorpi, que chegou a ser elaborado, justamente com ajuda do Ipardes, mas que nunca saiu do papel.

Desde então, sempre que eleitos novos prefeitos, o assunto é debatido, mas até hoje não saiu do discurso. Tanto que está terminando o mandato dos atuais prefeitos e continuamos na estaca zero.

Sociedade se mobiliza

Foi justamente para romper com este marasmo que o Sebrae-PR, regional de Jacarezinho, e outras 40 organizações, resolveram criar o Sistema Regional de Inovação  – SRI, que teve início em uma microrregião que abrange os municípios de Jacarezinho, Santo Antônio da Platina, Andirá, Bandeirantes e Cambará, marcados por parcerias e pela presença próxima de ativos tecnológicos como a Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), Instituto Federal do Paraná (IFPR), UNIESP, UNOPAR, Parque Tecnológico do TECPAR e uma rede respeitável de escolas técnicas e sedes de entidades voltadas ao empreendedorismo e aos negócios: empresas, comércio, indústria e serviços.

Inovação e tecnologia

Assim, o tema inovação começou, de forma mais insistente, a permear as discussões e aparecer como resposta às indagações quanto ao futuro do território ante as demandas de ciência e tecnologia, em que se observam velhos e novos problemas relacionados à competitividade empresarial e a melhoria de indicadores socioeconômicos.

O colegiado SRI mais as 40 entidades, a partir da iniciativa do Sebrae Jacarezinho, a conexão entre parceiros e em rede se tornou realidade e continua ininterruptamente a crescer e se fortalecer, criando oportunidades, que somente uma rede colaborativa é capaz de construir: otimizando conhecimento, experiências, recursos humanos e financeiros.

Neste contexto é que se pensa numa rede formadora de mão de obra especializada, instituições de ensino, empresas inovadoras e agentes que possam exercer a pressão no sentido de mudar o foco do modelo de desenvolvimento sustentável.

O SRI tem a missão de promover o desenvolvimento sustentável por meio do fomento à tecnologia, inovação e comprometimento dos ativos envolvidos no Sistema Integrado do Norte Pioneiro do Paraná.

Para Capello, o objetivo é transformar Norte Pioneiro numa região de referência sustentável no fomento à tecnologia e inovação, criando oportunidades e atraindo investimentos, visando a melhoria econômica e social, até 2025. “Temos planejamento estratégico, isto é, sabemos onde queremos chegar e como o faremos”, assinala, por sua vez, o coordenador do SRI, Kleyton Smentkoski, esclarecendo que o projeto tem uma meta temporal de quatro anos.

Medicina ou tecnologia?

Em meio à discussão sobre o modelo de desenvolvimento do Norte Pioneiro surge o debate sobre o que é mais importante em termos de formação profissional na região. O debate ocorre num momento em que há ampla mobilização regional pela instalação do curso de Medicina da UENP na região da Amunorpi.

Na visão do ex-secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e autor do projeto de criação da universidade, professor Nildo Jose Lubke, a instalação de um curso de medicina na sede da UENP seria um acontecimento histórico, mas que demanda investimento milionário. Para ele, a aplicação de recursos públicos na criação de cursos na área de tecnologia teria reflexos mais positivos no conjunto da sociedade.

Ele lembra a transformação ocorrida em algumas regiões do Estado e cita Pato Branco como exemplo graças à disponibilização de cursos tecnológicos que o perfil econômico daquela acidade do Oeste paranaense.

Paralelamente ele defende a elaboração de um plano regional de desenvolvimento sustentável e vê na UENP e outras instituição as ferramentas decisivas para colocar o Norte Pioneiro na posição que merece.

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Fonte do post: Benedito Francisquini - Tribuna do Vale

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