Thursday, 25 de February de 2021

Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90

Três em cada 10 usuários de cartão de crédito não pagam valor integral da fatura

Três em cada 10 usuários de cartão de crédito não pagam valor integral da fatura
Photo Credit To (foto: Reprodução)
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125

O cartão de crédito pode ser um aliado dos consumidores que não podem pagar por um bem à vista, mas dependendo do seu uso, também pode pode provocar desequilibrios financeiros. Dados do Indicador de Uso do Crédito apurados pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) revelam que em cada dez usuários de cartões de crédito, três (28%) não pagaram a fatura integral no último mês de dezembro, sendo que 15% entraram no crédito rotativo. Os entrevistados que pagaram a fatura cheia somam 68% da amostra e 3% não quiseram responder.

Os juros cobrados pelos bancos quando o cliente não paga o valor integral da fatura do cartão de crédito são altos e chegam a 335% ao ano, em média, segundo dados oficiais do Banco Central.

“As taxas do rotativo superam em mais de dez vezes as taxas médias de um crédito consignado. Pelas novas regras do cartão, o consumidor pode ficar no máximo um mês no rotativo. Depois disso, o saldo é parcelado a uma taxa de juros menor. Mesmo assim, os juros continuam altos, de modo que o consumidor não deve contar com o pagamento de um valor abaixo do integral. Ainda que seja possível, isso custa caro, inclusive com o parcelamento”, alerta a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

46% dos brasileiros utilizaram alguma modalidade de crédito em dezembro. Indicador de Uso do Crédito salta de 23,7 pontos para 31,0 pontos na escala

De acordo com o levantamento, no último mês de dezembro, 46% dos brasileiros recorreram a alguma modalidade de crédito, sendo que o cartão de crédito foi o mais comum, com 37% de menções. Em seguida, aparecem o crediário ou carnê, com 17% de utilização, cheque especial (9%), empréstimos (9%) e financiamentos (8%). Os que não se utilizaram de nenhuma modalidade somam 54% dos consumidores.

Por conta do período de festas, que tradicionalmente aquece as vendas nos últimos meses do ano, o Indicador de Uso do Crédito alcançou o maior valor desde janeiro de 2017, início da série histórica. Em dezembro, o índice ficou em 31,0 pontos, em uma escala que varia de zero a 100, sendo que quanto mais alto, mais elevado também é a utilização de modalidades de crédito. O resultado ficou bem acima do observado em novembro, quando o indicador marcou 23,7 pontos.

Média da fatura do cartão de crédito é de R$ 966; compras no supermercado foram principal destino do ‘dinheiro de plástico’

Segundo o levantamento do SPC Brasil, considerando os brasileiros que utilizaram cartão de crédito em dezembro, 44% notaram aumento do valor da fatura, enquanto 20% reduziram os gastos no cartão e 29% veem estabilidade. Na média, a fatura dos usuários chegou a R$ 966,32.

A pesquisa ainda mostra que o uso do cartão já não se limita a compra de itens de alto valor, que geralmente precisam ser parcelados. As despesas correntes de todo mês também são feitas a crédito. As compras de supermercado foram o tipo de aquisição mais realizada no cartão, citadas por 56%. Em seguida, estão as peças de vestuário e assessórios (45%), remédios (39%) e combustível (34%).

O educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli, aconselha que, a cada pagamento no cartão, o consumidor avalie o quanto a prestação comprometerá a sua renda. “O cartão é um excelente instrumento de pagamento, pois ao contrário do crediário e do empréstimo, ele só cobra juros em casos de não pagamento ou pagamento mínimo da fatura. Isso requer organização do consumidor para que ele tenha a garantia de que não haverá atrasos ou uso do rotativo”, alerta Vignoli.

54% avaliam contratação de empréstimos e financiamentos como difícil e 21% tiveram crédito negado em loja

A avaliação do grau de dificuldade para conseguir aprovação em empréstimos e financiamentos mostrou que 54% dos consumidores dizem considerar difícil ou muito difícil a contratação do serviço, enquanto para 20% não é nem fácil nem difícil, e para 10%, fácil.

Considerando apenas aqueles que tentaram fazer alguma compra parcelada, 21% tiveram o crédito negado, sendo o motivo principal a insuficiência ou falta de comprovação da renda, citada por 9%. Além de inadimplência, que fez com que 5% desses entrevistados não conseguissem contratar financiamentos ou parcelar suas compras.

Para o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, o cenário de retomada lenta da recessão acaba intensificando os cuidados das instituições financeiras no momento de conceder crédito, o que dificulta seu acesso pelo consumidor. “Com a retomada gradual da economia, a situação deve se reverter. Já se observa aumento das concessões de crédito na comparação com o período mais aguda da crise, o que poderá ser reforçado pela queda das taxas de juros”, avalia Pellizzaro.

A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, também avalia que cabe também aos consumidores analisar a real necessidade de se endividar. “Em muitos casos, o consumidor tem o crédito aprovado e faz escolhas com as quais, depois, não consegue arcar, comprometendo o orçamento por longo período de tempo. Então, antes de tomar essa decisão, é preciso avaliar as condições de prazo, juro. Cabe avaliar ainda se as parcelas não comprometerão o pagamento de outras despesas e a reserva financeira, que também deve ser vista como um compromisso”, afirma.

Metodologia

A pesquisa abrangeu 12 capitais das cinco regiões brasileira, a saber: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Salvador, Fortaleza, Brasília, Goiânia, Manaus e Belém. Juntas, essas cidades somam aproximadamente 80% da população residente nas capitais. A amostra, de 800 casos, foi composta por pessoas com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais.

Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125

Post source : Bem Paraná com assessoria

Related posts

Comentar: Três em cada 10 usuários de cartão de crédito não pagam valor integral da fatura

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *

WhatsApp 596