sábado, 15 de dezembro de 2018

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Casa histórica de artista paranaense pega fogo dentro de parque e fica destruída: “Perda irreparável”

Casa histórica de artista paranaense pega fogo dentro de parque e fica destruída: “Perda irreparável”
Crédito da foto Para Banda B
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A casa do artista Erbo Stenzel, que há quase duas décadas está dentro do Parque São Lourenço, em Curitiba, pegou fogo na madrugada desta quarta-feira (14). De madeira, a casa foi consumida pelas chamas e apenas a parte da frente ficou com as paredes intactas. Não há informações sobre qual a origem do fogo.

A Guarda Municipal (GM) e o Corpo de Bombeiros (CB) foram acionados durante a madrugada, mas os bombeiros voltaram ao local pela manhã após informações de novos focos de incêndio. “Não tem indícios se é criminoso ou não, solicitamos perícia, mas não sabemos o que aconteceu. Só ficou a fachada e o restante foi consumido pelo fogo”, disse o inspetor Odgar à Banda B.

Segundo ele, havia poucas coisas dentro da casa, como pertences ou partes de portas e madeiras, mas sem objetos para apreciação do público, já que a casa está fechada desde que foi levada ao parque. A origem dela é no bairro São Francisco, na Travessa Francisco Lima e Silva, e o objetivo era transformá-la em museu. “Foi uma perda histórica irreparável”, finalizou o inspetor. Uma perícia será realizada e poderá apontar as causas do incêndio.

Quem foi

Erbo Stenzel (1911 – 1980) foi escultor e professor paranaense, descendente de alemães e austríacos, nascido em Paranaguá. Quando criança, estudou na Escola Alemã, que situava-se onde hoje é a Praça 19 de Dezembro. Foi aluno de Lange de Morretes e logo após estudou na Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, onde formou-se com medalha de ouro. Lá o artista teve inspiração para uma de suas maiores obras, a Água para o Morro, uma escultura expressiva do sofrimento de uma afrobrasileira, com um balde d’água acima da cabeça. Ao retornar para Curitiba, em 1949, a pedido do governador da época, Moisés Lupion (1908 – 1991), tornou-se professor da Escola de Música e Belas Artes do Paraná, lecionando Anatomia e Fisiologia artísticas.

Em 1953, o governador Bento Munhoz da Rocha Neto (1905 – 1973) queria construir um monumento, devido ao centenário da emancipação do estado do Paraná. Para isso, confiou o trabalho aos artistas Erbo Stenzel e Humberto Cozzo. Com granito – a pedra de maior dureza para a escultura – provindo de Petrópolis, Stenzel esculpiu o hoje conhecido Homem Nu, representando o Paraná emancipado, vestido de todas as culturas, mas ainda não vestido de sua própria identidade – afirmam alguns críticos. A outra peça de granito de Stenzel, a Mulher Nua, deveria representar a Justiça, como a deusa Ártemis, sem armas, sem balanças, sem vendas. Mas por conta do conservadorismo, as peças foram refutadas, e de um lado para outro foram jogadas, até acabarem na Praça 19 de Dezembro, que hoje é conhecida como a “Praça do Homem Nu”.

Stenzel, além de ótimo escultor, era um renomado jogador de xadrez, vencendo vários prêmios em disputas. Também poliglota, falava alemão e estudava grego, árabe, inglês, espanhol e esperanto.

Fonte: A Arte em Seu Estado – História da Arte Paranaense I. Eliana Borges e Soleni T.B.Fressato.

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Fonte do post: Banda B

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