segunda-feira, 26 de julho de 2021

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Casais com economias iguais são mais unidos, diz especialista

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Crédito da foto Para Divulgação
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Os tempos mudaram, assim como os relacionamentos. Embora hoje as pessoas se casem por amor, a renda também faz parte da decisão de se casar. E se a renda for a mesma ou muito parecida, a chance do casamento dar certo é bem maior e o risco de separação diminui. Essa foi a conclusão de um estudo da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, que acaba de ser divulgada.
Segundo o estudo, a igualdade de renda parece oferecer aos casais mais estabilidade e reflete a crescente divisão socioeconômica na vida familiar. A pesquisa deixou claro que os recursos combinados do casal são muito importantes para a satisfação conjugal.
Para a psicóloga Marina Simas de Lima, terapeuta de casal, família e cofundadora do Instituto do Casal, a pesquisa internacional corrobora com estudos feitos por sociólogos e economistas no Brasil e na América Latina, que mostram a crescente tendência de escolher parceiros (as) com características socioeconômicas semelhantes. “Esse fenômeno social é chamado de casamento seletivo. Hoje, as pessoas realmente procuram escolher parceiros (as) que tenham o mesmo nível de educação, de cultura e de renda para se casar”.
Marina comenta que para um relacionamento funcionar é realmente preciso ter mais semelhanças do que diferenças. “Isso não quer dizer que o amor não possa surgir entre pessoas com renda, gostos e nível educacional diferentes. Mas, com o passar do tempo, pode ser que essas diferenças comecem a pesar na dinâmica do casal e diminuir a satisfação com o relacionamento”.
As regras do jogo
A realidade hoje é muito diferente do que era há 20, 30 anos. “Normalmente, a mulher não trabalhava, se dedicava aos filhos, ao lar. Hoje, vivemos em um mundo completamente diferente. A maioria das mulheres trabalha e temos muitos lares em que elas são responsáveis pela renda da família, seja por parte dela ou pelo total”, diz a psicóloga Denise Miranda de Figueiredo, terapeuta de casal, família e cofundadora do Instituto do Casal.
Para Denise, os casais, na maioria dos casos, desejam prosperar, crescer profissionalmente e, consequentemente, querem ter uma renda similar. “Essa igualdade econômica promove uma maior harmonia, reduz a chance desse casal brigar, já que ambos contribuem da mesma forma, têm os mesmos interesses e projetos em comum. Por isso, podemos dizer que ao contrário da crença popular, os opostos não se atraem, o que atraí mesmo são as características em comum e nisso está incluída a renda”, diz Denise.
Outro ponto importante é que a igualdade na renda elimina a dependência econômica e a disputa pelo poder. “Dinheiro é sinônimo de poder, então quem ganha mais, teoricamente, pode mais no casamento. Entretanto, isso é ruim e não deve fazer parte de uma relação saudável. Assim, rendas parecidas ou iguais também reduzem ou zeram esses conflitos conjugais”, dizem Denise e Marina.
Para finalizar, as especialistas comentam que a relação que o casal estabelece com o dinheiro também é importante. “Precisamos lembrar que o dinheiro é importante, mas não é o mais relevante dentro de uma relação. O dinheiro jamais será a base de um relacionamento verdadeiro. O aspecto econômico oferece conforto, ajuda a conquistar sonhos, mas somente um vínculo afetivo sólido dará a base para tais conquistas”
“A dica é priorizar o que é mais importante, ou seja, as pessoas, o amor, a amizade e a parceria. O dinheiro vai e vem. A família construída por um casal deixará um legado, lembranças e experiências que jamais serão apagadas da história deste casal”, concluem Denise e Marina.

Dicas para manter a saúde financeira do casal
Converse com o seu parceiro

O diálogo é o melhor caminho para a harmonia em um casamento em diversas áreas. Quando o assunto é dinheiro, ele é o primeiro passo. Os especialistas recomendam que o casal decida em conjunto as suas prioridades e a maneira como vão distribuir as rendas dos dois para o pagamento das contas, os momentos de lazer e os investimentos em planos futuros. O ideal é que sentem pelo menos uma vez por mês juntos para rever o planejamento financeiro e as metas traçadas para atingir algum objetivo.
Dividam as responsabilidades
Não é porque ele (ou ela) ganha mais que deve se responsabilizar pelo pagamento de todas as contas da casa. Vocês podem negociar essa questão: quem sabe aquele que ganha mais assume um número maior de pagamentos? É importante que isso seja conversado, para que não fique pesado nem injusto para um dos lados. O ideal o casal também defina quem ficará responsável pelo quê — um vai ao banco, o outro ao supermercado. Um dos dois – ou os dois em conjunto – define os valores que serão separados mensalmente para economia ou investimento, etc.
Paguem as contas em dia
Dívidas e falta de dinheiro sempre tiram o sono e trazem instabilidade ao casamento, podendo inclusive causar brigas. É fundamental pagar as contas em dia, para evitar que elas virem uma bola de neve, aumentando com os juros sobre juros e taxas extras.
Conta conjunta
Avaliem a viabilidade de abrir uma conta conjunta. É uma boa alternativa para o pagamento de despesas do casal, como aluguel, água, luz, etc. O casamento certamente irá mudar a maneira como as pessoas lidam com o dinheiro
Planejamento financeiro
O planejamento é fundamental. Para começar a vida a dois, é importante listar as despesas e reorganizar o orçamento, que agora passa a ser dos dois. É importante estabelecer as metas de cada um e as do casal, a curto e longo prazo poupar uma determinada quantia por mês, aplicando na poupança, ou decidam investir parte dos seus rendimentos mensais.
Façam uma reserva para emergências
Ninguém está livre de gastos inesperados. Sim, eles acontecem quando você menos espera e, em geral, quando não está preparado para arcar com esses custos. O que pode fazer diferença é a maneira com que o casal irá lidar com ela. Se tiverem um fundo de reserva para situações emergenciais, com certeza será mais fácil.
Cortem gastos desnecessários
Um aspecto que deve ser levado em consideração no planejamento financeiro do casal é o corte de gastos supérfluos. Sempre há onde cortar, nem que seja no uso do telefone, internet e festas mais caras. O orçamento deverá ser reorganizando, pensando na vida a dois. Definindo as prioridades do casal, não será tão difícil reduzir a compra de roupas e acessórios que não são exatamente necessários, nem controlar o uso do cartão de crédito e do cheque especial.
Poupar ou investir?
Se o casal fizer um planejamento e eliminar gastos desnecessários, com certeza terá uma sobra de dinheiro no fim do mês. Há duas alternativas do que fazer com esse valor: aplicar na poupança ou investir. Caso já tenham poupanças individuais, unifiquem a conta: os rendimentos serão maiores. O rendimento desse tipo de aplicação é baixo, mas o risco também.

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Fonte do post: Jurandyr Schelles

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