quarta-feira, 24 de julho de 2019

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Para o mercado de brindes, o Natal já começou

Para o mercado de brindes, o Natal já começou
Crédito da foto Para "A partir deste mês que as coisas irão aquecer mesmo", diz William Dreer da Brindes Curitiba (foto: Franklin de Freitas)
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Ainda faltam 82 dias para o início das festividades de final de ano, mas para o mercado de brindes para o Natal já se movimenta. É que são nos meses de outubro e novembro que o setor registra maior demanda por produtos personalizados, com uma alta entre 10 e 20% para empresas que buscam conquistar e/ou fidelizar seus clientes.
Em Curitiba, pelo menos 23 empresas atuam no ramo, trabalhando em sua maioria com produção terceirizada e uma grande gama de produtos vindos do exterior (entre 40 e 50%, a maioria deles oriundos da China). Na lista dos mais procurados, produtos como canetas, chaveiros, canecas, carregador para celular e até kit churrasco. “Tem opção para todos os gostos e bolsos”, afirma Guilherme Souza Santos, proprietário da Brindesmil.
Segundo o empresário, embora a crise econômica tenha afetado nas vendas, o impacto não foi tão grande como o verificado em outras áreas. Além disso, desde junho o setor tem apresentado sinais de recuperação. “A procura de brindes temos durante o ano todo. Só para mesmo em janeiro, quando o pessoal acaba diminuindo um pouco, mas no resto é o ano todo”, afirma Guilherme. “Os meses de outubro e novembro são os melhores, com a procura aumentando de 10 a 20%.”
William Dreer, proprietário da Brindes Curitiba, apresenta um cenário parecido. Antes da crise, aponta ele, a procura por produtos visando o final de ano começava já em setembro. Nos últimos anos, porém, os pedidos tem se concentrado entre outubro e novembro.
“Tivemos uma queda entre 15 e 20% nos pedidos de orçamento neste ano, em comparação com 2016. Setembro, outubro e novembro são os três melhores meses do nosso segmento, mas ao que tudo indica vai ser a partir deste mês que as coisas irão aquecer mesmo”, diz William.
Fidelizar
De acordo com Guilherme Souza Santos, investir em brindes tem se tornado algo cada vez mais comum no meio empresarial como uma forma de fortalecer a marca de uma empresa e também fidelizar a clientela. Nâo à toa, grande parte das empresas que resolvem fazer um teste acabam repetindo na ação, comprando mais brindes em outras ocasiões. “A resposta (dos clientes) é muito boa”, diz o empresário.

Kits e bolsa térmica estão em alta
Se os produtos mais vendidos pelas empresas de brindes são canetas, canecas e chaveiros, por outro lado aqueles que buscam algo mais elaborado encontram uma enorme gama de opções. “Trabalhamos com personalização em tudo que é tipo de brinde. Temos milhares de possibilidades”, aponta Guilherme, da Brindesmil.
Entre esses produtos diferenciados, os que tem tido grande procura são os famosos kits. A Brindes Curitiba, por exemplo, tem como um de seus carros-chefe o kit churrasco. “Compramos faca, tábua, e vamos montando de acordo com a necessidade do cliente para ter algo diferente”, aponta William, revelando ainda que a procura de fora do estado é grande. “Temos tido muita venda para fora de Curitiba. Hoje, o que está tendo muita procura são bolsas térmicas”, comenta o empresário.

Fim de ano aquecido no mercado de trabalho temporário
O número de novas vagas de trabalho com carteira assinada chegou a 35.457 no mês de agosto, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o que fez de agosto o quinto mês seguido com mais vagas de trabalho formal abertas do que fechadas no Brasil. No acumulado do ano, entre os meses de janeiro e agosto, o saldo é de 163,4 mil novos postos, um aumento de 0,43% em relação ao estoque de dezembro de 2016. Parte dessas vagas se refere aos contratos de trabalho temporários, que são mais frequentes no fim do ano em razão do Natal, data conhecida por ser a melhor de todas para o comércio. Com relação a estas, as perspectivas também são muito boas. De acordo com estudos realizados pela Associação Brasileira do Trabalho (ASSERTEM), a previsão para abertura de vagas temporárias, no final deste ano, é para contratação de 115 mil trabalhadores temporários, uma recuperação de 5,5% em relação ao ano anterior. Neste ano, além do aquecimento do mercado, as contratações tiveram um bom impulso em razão da Nova Lei de Temporários, que permite a contratação por 180 dias, com possibilidade de prorrogação por mais 90 dias.

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Fonte do post: Rodolfo Luis Kowalski

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