sábado, 23 de setembro de 2017

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Única sobrevivente brasileira do 11/9, paranaense relata como conseguiu escapar de atentado

Única sobrevivente brasileira do 11/9, paranaense relata como conseguiu escapar de atentado
Crédito da foto Para (Foto: Divulgação)
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11 de setembro de 2001. A paranaense Adriana Maluendas, então com 29 anos, estava hospedada no hotel Marriott, conhecido como a “terceira torre” do World Trade Center, em Nova York, nos Estados Unidos. “Parece que foi ontem”, disse ela, ao relembrar o trauma pelo qual passou no dia que ficou marcado na história mundial.

(Foto: Divulgação)

Natural de Paranaguá, no litoral do estado, ela havia chegado na cidade norte-americana no dia 8 de setembro, para uma viagem de negócios. “O hotel era localizado entre as Torres Gêmeas. Eu tinha ido para os Estados Unidos com a intenção de fazer cursos profissionais e tirar licença na área de commodities, já que trabalhava com comércio internacional de soja e milho do Paraná”, contou Adriana, hoje com 45 anos, em entrevista à Banda B na tarde desta segunda-feira (11) – 16 anos após o atentado que matou cerca de 3 mil pessoas.

A paranaense é a única sobrevivente brasileira do ataque terrorista. Até hoje, ela lembra exatamente como tudo aconteceu. “Eu estava no meu quarto quando o primeiro avião atingiu a torre. Foi como uma explosão, tudo tremeu, eu senti todo o choque, mas naquele momento não me ocorreu a real gravidade da situação. Eu decidi, então, ir até a entrada do hotel para ver se conseguia alguma resposta. Só peguei a chave do quarto e a minha bolsa, porque achei que logo as coisas se resolveriam”, completou.

Nisso, houve uma segunda explosão e o pânico tomou conta de todos que estavam no hotel. “Os hóspedes começaram a correr sem saber para onde ir, os elevadores explodiram… Militares e bombeiros evacuavam a área e diziam: ‘saiam sem olhar para trás’. Foi naquele momento que eu percebi que se tratava de algo muito sério. Já fora do hotel, eu olhei para cima e ouvi todo mundo gritando ‘é o segundo avião, o segundo avião’”, relatou.

Quando Adriana finalmente entendeu o que tinha acontecido, ela simplesmente entrou em choque e não conseguia mais falar. “Eu vi as torres desabarem e o hotel onde eu estava momentos antes ser completamente destruído. Vi pessoas morrerem em uma escala muito grande, sem poder ajudar. Eu não conseguia lembrar nenhum número de telefone para avisar a minha família no Brasil. Passei três, quatro horas travada, sem saber o que fazer, até me reconectar com a realidade”.

Além do trauma psicológico, a sobrevivente teve fraturas nas costelas e na arcada dentária, ficou com hematomas por meses e, até hoje, sofre com problemas respiratórios. Mas nem só de dor foi feita essa história.

“Além das explosões”

Foram anos e anos de terapia para Adriana tentar superar tudo o que passou. E dessa luta, veio a ideia de escrever um livro, batizado de “Além das Explosões”. Ele relata a história de sobrevivência e superação do 11 de setembro, dia que transformou o mundo e a vida pessoal da paranaense.

“Quando eu escrevi o livro, consegui colocar para trás muitos dos traumas que tinha e pude agradecer a oportunidade de estar aqui. A minha prioridade de vida mudou diante de tudo isso”, concluiu.

Recentemente, Adriana doou a chave do quarto do hotel Marriott, onde ficou hospedada, e o passaporte brasileiro dela – uma das poucas coisas que conseguiu salvar na ocasião – para o acervo do 9/11 Memorial Museum, localizado onde antes ficavam as Torres Gêmeas.

Hoje, Adriana mora em Nova York e continua a se dedicar aos projetos pessoais, além de contar a sua história para o mundo.

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Fonte do post: Marina Sequinel

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