Saturday, 5 de December de 2020

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Além do dia 29: “Violência contra os professores permanece no estado”

Além do dia 29: “Violência contra os professores permanece no estado”
Photo Credit To Reprodução/Facebook da APP-Sindicato
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Cerca de 200 pessoas se reuniram no Centro Cívico, em Curitiba, no início da tarde de segunda-feira (29), com o objetivo de relembrar os dois meses da ação policial que deixou mais de 200 feridos na Praça Nossa Senhora de Salete, na capital, durante a votação e a aprovação, na Assembleia Legislativa do Paraná, do projeto de lei que modificou o sistema de custeio do ParanaPrevidência, o fundo previdenciário do funcionalismo estadual.

Representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato) e de movimentos religiosos fizeram uma rápida manifestação no local do “massacre” e promoveram um debate com o tema “Paz, liberdade e respeito”. “Aproveitamos, também, para fazer uma denúncia de que a violência contra os professores permanece no estado”, destacou o presidente da APP-Sindicato, Hermes Leão, em entrevista a imprensa.

Segundo ele, parte das ações violentas está sendo realizada pelo próprio Governo do Estado, que, conforme o sindicalista, destacou os salários dos professores da rede estadual no Portal da Transparência, durante o movimento grevista, com o objetivo de jogar a população paranaense contra a categoria. “O governador Beto Richa em pessoa foi responsável por formular o dossiê com 20 salários completamente distorcidos e se vangloriar por isso. A informação é criminosa e não condiz com a verdade. Vale criticar, também, o fato de o poder público divulgar que os professores estão ganhando mais do que os prefeitos no Paraná. Isso mostra que, para o governador, quem merece ter bons rendimentos no país são os políticos e não os educadores”, argumentou.

Outra ação denunciada por Leão envolve um artigo publicado no site da Secretaria Estadual de Educação, que pede para que os pais de alunos denunciem os professores que estão trabalhando com temas relacionados ao movimento grevista durante as aulas. “É um texto que nos faz lembrar da época da ditadura militar”, observou.

O presidente da APP-Sindicato disse, ainda, que a Polícia Militar (PM) estaria agindo de forma ostensiva e violenta contra professores de alguns municípios do estado. “O caso mais delicado aconteceu em Salto do Lontra, onde um docente começou a ser ameaçado por policiais após se manifestar publicamente contra o massacre do dia 29”, citou. Leão pretende procurar a Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) para oficializar as denúncias. Ele também quer se reunir com o comando-geral da PM com a intenção de pedir para que a corporação emita uma “mensagem de paz” aos seus subordinados.

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Post source : Bonde

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