quarta-feira, 15 de agosto de 2018

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Baixa temporada vira oportunidade para viajar gastando menos

Baixa temporada vira oportunidade para viajar gastando menos
Crédito da foto Para Passagens aéreas, hoteis e passeios costumam ficar mais em conta entre os meses de março e junho (foto: Franklin de Freitas)
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Passado o mês de fevereiro, encerra-se também o período de alta temporada para o turismo brasileiro. Mas se os meses entre março e junho não costumam ser a primeira opção para se tirar férias, por outro lado a época de baixa temporada pode reservar grandes atrativos àqueles que querem viajar, com preços até 50% mais baixos na comparação com os períodos de maior movimento turístico.
De acordo com José Antõnio Guimarães Martins, diretor da BTG Viagens, o preço dos pacotes para viajar para a maioria dos destinos brasileiros cai entre 30 e 50% na baixa temporada. O que mais faz diferença na conta é o preço das passagens aéreas. Quando a procura por voos para determinados destinos diminui, as companhias cedem e oferecem tarifas mais atraentes.
Algo parecido ocorre também com os hotéis, que para manter uma boa taxa de ocupação abaixam os preços.
A Rede de Hotéis Deville, por exemplo, anunciou no mês passado mais uma edição da promoção “Bye Bye Berão”, período de quatro dias (entre 23 e 26 de fevereiro) no qual as reservas para o mês de março podiam ser realizadas com 25% de desconto, com a hospedagem contemplando de maneira gratuita uma criança de até 10 anos no mesmo apartamento dos pais.
“Existem muitas ofertas, não só das companhias aéreas, mas da parte hoteleira também. Na verdade, há melhores preços em praticamente tudo”, afirma o diretor da BTG Viagens, apontando ainda que os destinos no Nordeste, sonho de viagem nacional dos brasileiros, sente bem a variação de preços, ao mesmo tempo em que o clima segue quente mesmo no período de chuvas, mais próximo do meio do ano.
Além do aspecto econômico, há outros atrativos para aqueles que viajam ‘fora de época’, como conseguir fazer uma visita mais tranquila às principais atrações e encontrar um clima mais ameno de final de verão, o que torna atividades simples, como fazer um tour a pé ou visitar ambientes fechados, mais agradáveis.
“Na alta temporada existe um rush muito grande. Já na baixa temporada os turistas podem aproveitar muito melhor os destinos e os establecimentos turísticos. Os garçons não estarão estressados, o cozinheiro também, e aí a moqueca vai sair como deve ser, além de poder ser premiado ainda com um veranico”, comenta José Martins.

O que é, quando começa e quando termina cada uma das épocas?
O conceito de alta e baixa temporada é relativo, dependendo da época em que há mais viajantes em cada localidade. Geralmente esse movimento é impactado por outras questõs, como aspectos climáticos, período de férias e feriados.
No Brasil, a alta temporada geralmente coincide com as férias escolares, num período de quatro meses. “Agora há uma queda bastante acentuada para a maior parte dos destinos turísticos. Isso vai até julho, quando tem um aquecimento natural por causa das férias, e depois se estende de agosto até 15 de dezembro. Essa é a baixa temporada no Brasil”, explica José Martins, diretor da BTG Viagens.
Uma questão importante tem a ver com os hemisférios norte e sul. Nos países abaixo da linha do Equador a alta temporada costuma ser em dezembro, janeiro e fevereiro; mas se você quiser viajar para a Europa ou Estados Unidos, é sempre importar ter em mente que a alta temporada por lá é em junho, julho e agosto.

Aproveitar as praias do Paraná também fica mais em conta
No litoral do Paraná, a situação é semelhante ao que ocorre no resto do país. Segundo Carlos Dalberto Freire, presidente da Associação de Hotéis, Pousadas, Restaurantes, Bares, Casas Noturnas e Similares do Litoral Paranaense (Assindilitoral), quem quiser curtir as praias paranaenses a partir de agora conseguirá economizar entre 40 e 50% em relação ao que gastaria na alta temporada.
“Na temporada os preços sobem um pouco, mas agora começa tudo a cair. Além disso, os comerciantes do nosso litoral são muito abertos a negociações. Então, se chegar num hotel, pousada ou restaurante, pode negociar o preço que os empresários dão desconto, é só conversar”, dá a dica Freire. “Além disso, o mês de março costuma ser o melhor mês do ano para quem gosta de praia. Sempre muito quente, sem chuva, só céu azul. Eu, se fosse tirar férias, deixaria para tirar em março”, comenta.

Janeiro recorde
O mês de janeiro foi de recorde para o turismo brasileiro, divulgou na última semana o Ministério do Turismo. No primeiro mês do ano, turistas estrangeiros injetaram US$ 779 milhões na economia do país, maior valor para janeiro em toda a série histórica, iniciado em 1990. Comparando com os demais meses, a receita com o turismo internacional só não foi maior que junho e julho de 2014, meses em que o Brasil sediou a Copa do Mundo e lucrou US$ 793 milhões e US$ 785 milhões, respectivamente. E a expectativa para o restante do ano é grande, uma vez que foi justamente em janeiro que passou a valer o visto eletrônico para Japão, Canadá e Estados Unidos. De acordo com a Organização Mundial do Turismo, medidas de facilitação da entrada do turista gera um incremento de fluxo até 25% entre os países beneficiados. A projeção do MTur é que o visto eletrônico injete até R$ 1,4 bilhão na economia em dois anos.

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Fonte do post: Rodolfo Luis Kowalski

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