Wednesday, 27 de January de 2021

Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90

Colégio de Quatiguá já repôs aulas perdidas com a greve

Colégio de Quatiguá já repôs aulas perdidas com a greve
Photo Credit To Antônio de Picolli
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125

Alunos e professores estão aproveitando as férias de julho; o calendário prevê ano letivo normal, até dezembro de 2015

O Colégio Estadual João Marques da Silveira, de Quatiguá já repôs as aulas perdidas com a greve dos professores deste ano, e não vai precisar encerrar o ano letivo de 2015 em 2016, como a grande maioria das escolas estaduais do Paraná. Também não foi preciso abrir mão do recesso escolar de meio de ano. O estabelecimento está fechado para as férias e só reabre na próxima segunda-feira, 27.
Segundo o diretor Vanderlei Piratello, os 55 professores e funcionários do colégio decidiram não aderir totalmente à greve da categoria, que no Paraná, ocorreu em duas etapas, que somaram quase 50 dias de paralisação. “Na primeira fase, nossos professores ficaram pouco mais de duas semanas parados e na segunda, apenas três dias. Houve um consenso de que a paralisação iria prejudicar demais os alunos. O colégio João Marques da Silveira é a única escola estadual de Quatiguá e não queríamos deixar os mais de 600 alunos parados, quando as escolas municipais estavam funcionando normalmente, assim como a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) e todos demais setores da cidade”, explicou.
O diretor salientou, ainda, que não foi tão simples como parece decidir contra toda uma categoria organizada. “Não posso dizer que não houve pressão. Houve sim. Integrantes do Sindicato dos Professores estiveram várias vezes aqui com a intenção de fechar o colégio. Professores da região que aderiram ao movimento também vieram para cá com o mesmo objetivo. Explicamos que éramos solidários e que estávamos de acordo com a luta da classe, mas que queríamos continuar trabalhando. Na verdade, enfrentamos esse período pelos alunos e por puro amor à profissão”, contou.
Com apoio da comunidade de Quatiguá, a equipe do colégio trabalhou normalmente e no início do recesso de julho, os professores fizeram a reposição dos dias perdidos e entraram em férias. “Fizemos a reposição e ainda deu para tirar alguns dias de descanso. Agora, vamos continuar normalmente até o dia 23 de dezembro. Não será preciso repor aulas até março de 2016, como a maioria”, contou Vanderlei.
Na região, o Colégio João Marques da Silveira de Quatiguá e as escolas indígenas não aderiram 100% à greve dos professores.
Pais de alunos do Colégio também fazem a diferença em Qautiguá. Segundo Vanderlei, cansados de esperar verba do governo do Estado para construir uma cobertura entre dois blocos da escola, para garantir mais conforto aos alunos nos dias de chuva, a escola, com apoio da Associação de Pais, Mestres e Funcionários, rifou uma televisão e arrecadou R$ 5 mil. Com o dinheiro, foi possível fazer a cobertura, gramar uma área externa, fazer uma quadra de areia e colocar um alambrado.
“A cobertura estava fazendo falta, porque o imóvel onde funciona o Ensino Médio foi construído há cerca de três anos e não tinha nenhuma proteção contra chuva para facilitar a circulação de estudantes de um prédio para outro. Antecipamos à verba do governo para oferecer maior conforto aos estudantes”, explicou.
Recentemente, a escola e a APMF também resolveram que era hora de garantir mais segurança aos alunos e instalaram 16 câmeras de vigilância entre os dois prédios. “Agora, tudo é gravado. Estamos mais tranquilos com a segurança dos estudantes”, disse.
Há alguns anos, o Colégio Estadual João Marques da Silveira teve a sua rotina alterada de forma drástica. Ele funcionava em dualidade com uma escola municipal, quando precisou desocupar o prédio. A direção precisou atender os alunos em um salão paroquial cedido por uma igreja. “Esse período foi muito triste. Agora, porém, o colégio atende um total de 649 alunos. Em um bloco, ficam as crianças do Ensino Fundamental e no outro, com dois andares, alunos do Ensino Médio. Há aulas nos três períodos”, disse.
No bloco do Ensino Médio, no lugar de rampas para deficientes, há elevadores. No pátio, há uma quadra coberta, uma quadra de areia e uma piscina semi-olímpica para aulas de Educação Física.

Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125

Post source : Gladys Santoro/Tribuna do Vale

Related posts

Comentar: Colégio de Quatiguá já repôs aulas perdidas com a greve

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *

WhatsApp 596