sábado, 15 de dezembro de 2018

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Com 17 anos e sem carteira, Bruno atropelou e matou uma pessoa: “Tenho minha culpa”

Com 17 anos e sem carteira, Bruno atropelou e matou uma pessoa: “Tenho minha culpa”
Crédito da foto Para Bruno tinha dezessete anos na época do acidente – Foto: Reprodução
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A vida de Bruno Prohmani da Rocha nunca foi fácil. Criado pelos avós, começou a trabalhar desde muito cedo para complementar a renda da família. Aos dezessete anos, já exercia a função de operador de prensa, em uma empresa perto de onde morava, no bairro Pinheirinho

Em seu tempo livre, gostava de aproveitar a companhia dos avós, além de sair com os amigos e dirigir sua mobilete, espécie de bicicleta motorizada, que utilizava tanto no tempo livre quanto para se deslocar até o trabalho. Era uma rotina era simples, mas que Bruno seguia à risca, em busca de um futuro melhor.

Em um raro domingo ensolarado em Curitiba, em 2013, Bruno conversava com os amigos na rua de casa, como era de costume nos finais de semana em que não trabalhava. As conversas eram longas, com os vizinhos do bairro em que cresceu.

No fim daquela tarde, buscaria alguns documentos da nova mobilete, comprada de outro amigo. Apesar de usá-la para o trabalho, ele não considerava a mobilete um veículo de transporte, como são carros e motocicletas, por exemplo. “Eu não achava que precisava de uma carteira de motorista para dirigir. Ninguém nunca me disse que era necessária a habilitação”, afirma.

O acidente

A duas quadras de onde morava, Bruno pilotava sua nova mobilete quando, ao passar por um cruzamento, acabou atingindo em cheio um pedestre embriagado que, segundo testemunhas, já havia escapado de outros atropelamentos minutos antes. “As pessoas me disseram que ele estava caminhando de um lado para o outro, de forma bem inconsequente”, relembra Bruno.

Bruno prestou socorro à vitima, que faleceu dois dias depois – Foto: Reprodução

Mesmo sem carteira de habilitação e sem ter completado a maioridade, Bruno permaneceu no local e prestou o atendimento ao pedestre, um homem de 45 anos, que estava desacordado no chão. “Na hora em que eu vi aquele senhor caído no chão, eu pensei que ele poderia ser um parente meu, um pai ou um avô”, revela. Após ser encaminhado para o hospital, o homem atingido por Bruno acabou falecendo dois dias depois. “Fui informado de que ele faleceu, pois devido ao alto grau de álcool no sangue, os remédios não surtiram efeito”, explicou.

A culpa

A especialista em trânsito, Eliane Pietsak, acredita que a complexidade da leis de trânsito no Brasil, aliada ao desconhecimento das regras de trânsito, contribui amplamente para acidentes como o sofrido por Bruno. “O ensino da educação no trânsito é muito negligenciado nas escolas. As leis são muitas e difíceis de entender pela pessoa leiga. Essa formação não é íntima dos jovens na sala de aula”, explica.

Eliane também afirma que é durante os primeiros anos da juventude que essas orientações devem ser apresentadas aos futuros motoristas. “É uma época de descobrimento, de rebeldia e independência, coisas que um carro proporciona. Então é fundamental que o conhecimento no trânsito seja abordado nessa idade”, adverte.

Hoje com 23 anos, Bruno reflete sobre o caso – Foto: Reprodução

Mesmo sem conhecimento da necessidade de possuir a habilitação, a especialista não exime de culpa o jovem. “Não saber as leis não tira a sua responsabilidade de responder por possíveis crimes no trânsito”, lembra a profissional.

Bruno concorda. “Ele não deveria andar bêbado pela rua, ainda mais no meio da passagem dos carros, isso é óbvio. Mas eu tenho a minha culpa”, admite Bruno. “Depois daquilo, eu tenho muito mais atenção ao que acontece ao meu redor”, acrescenta. O acidente mudou a vida de Bruno.

Condenado pela justiça, hoje com 23 anos ele busca trazer um significado do ocorrido para a sua rotina. “Nunca fui muito de beber, acho que esse caso mudou minha percepção da bebida alcoólica. Bebo socialmente, mas nunca dirigi sob o efeito do álcool e jamais farei isso”, diz.

“Quero ser motorista de caminhão, vou tirar minha carteira para trabalhar nessa área. Ouço relatos de outros caminhoneiros e isso faz com que eu tome cuidado para que nunca mais aconteça algo do tipo”, completa.

 

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Fonte do post: Luiz Kozak e Denise Mello

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