quinta-feira, 17 de junho de 2021

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Diretora de escola é indiciada por crime de tortura-castigo contra alunos

Diretora de escola é indiciada por crime de tortura-castigo contra alunos
Crédito da foto Para Imagem google imagens
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A diretora e proprietária da Cimdy Educação Infantil, de Curitiba, foi indiciada nesta sexta-feira (26) pelo Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria) da Polícia Civil do Paraná pelo crime de tortura-castigo contra alunos da escola.

Os delegados Ellen Victer e José Barreto, do Nucria, apresentaram nessa sexta-feira a conclusão final do inquérito, que ouviu 54 pessoas em 25 dias. Entre as 54 pessoas, foram 19 crianças ouvidas pelo setor de psicologia. “Concluímos por indiciar por crime de tortura e castigo a diretora. O inquérito já está relatado e foi encaminhado ao Ministério Público. Agora o processo criminal vai correr normalmente”, declarou José Barreto.

“As 19 crianças eram vítimas dessas agressões praticadas pela diretora do colégio”, contou Ellen Victer. “Na hora de alimentar, ela forçava as crianças a comer, as crianças vomitavam, ela misturava a comida com o vômito e obrigava a comer novamente”, relatou a delegada. Também foram relatados casos de palmadas e crianças presas por horas no vaso sanitário, além do castigo de isolamento, com o aluno preso sem contrato com os demais em sala separada por todo o período.

A diretora é Jussara Pazim, de 64 anos, dona da escola desde 1997. Além dos alunos que frequentaram a escola em 2019, a polícia também ouviu ex-alunos. “Há relatos também de ex-alunos, alguns hoje maiores de idade. Eles já relataram que sofriam essas agressões”, disse Ellen Victer. Entre as vítimas estão crianças de dois anos de idade até ex-alunos que hoje são adultos.

Segundo o delegado José Barreto, Jussara Pazim pode ser condenada por 2 a 8 anos de prisão por cada crime cometido.

A escola foi fechada após a repercussão do caso, no início de abril.

Além dos depoimentos e testemunhas, a polícia tem como prova imagens fornecidas por professores da escola e também vídeos de três câmeras internas, que ainda estão sendo analisadas pela criminalística.

José Barreto comentou sobre o comportamento da diretora durante as investigações. “Ela se apresentou espontaneamente. Está colaborando com as investigações”, disse. “Na defesa dela, alegou postura firme na educação”, comentou. “Ela tentava convencer os pais que a criança não tinha se comportado direito. Por isso, digo que é importante os pais conversarem com os filhos, que percebam mudança de comportamento, verifiquem se tem alguma marca, algum machucado”, declarou.

O delegado afirmou que as agressões praticadas pela diretora provoaram traumas. “Todos esses atos geram trauma nas crianças. Vários pais que nos procuraram trouxeram relatos que as crianças estavam traumatizadas. Prejuízo muito grande à saúde psicológica das crianças”, destacou.

A escola divulgou uma nota de esclarecimento. Veja abaixo:

“Nota de esclarecimento.

A escola Cimdy tem um histórico de mais de duas décadas comprometida com a educação e a formação de centenas de indivíduos.

O respeito e a confiança sempre pautaram a relação entre instituição, pais e alunos. Uma condição validada por alunos, ex-alunos e pessoas que se envolveram com a instituição de ensino em todos esses anos.

A denúncia não define a conduta e a atuação da escola, a qualidade de seu histórico, nem a credibilidade de toda a equipe de profissionais que nela ou com ela trabalham.

Os responsáveis pela escola estão à disposição das autoridades públicas para prestar todos os esclarecimentos necessários e se dedicam para, acima de tudo, preservar os alunos e conceder segurança no relacionamento com os pais e prestadores de serviços envolvidos com a instituição.

Cimdy Educação Infantil.”

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Fonte do post: Bem Paraná

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