Tuesday, 20 de October de 2020

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Empresa inicia testes de controle do mosquito da dengue em Jacarezinho

Empresa inicia testes de controle do mosquito da dengue em Jacarezinho
Photo Credit To Apresentação aconteceu na tarde desta segunda-feira no auditório do Tecpar em Jacarezinho (Foto: Antônio de Picolli)
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Um projeto desenvolvido desde o ano passado pela Forrest Brasil Tecnologia Ltda, empresa de origem israelense que atua em pesquisas biológicas na sede do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), em Jacarezinho, realizou na tarde de ontem (27), no auditório da instituição, nesta cidade, uma palestra de apresentação das fases de um plano que vem sendo desenvolvido com vistas à obtenção de uma tecnologia visando o controle biológico do mosquito da dengue (Aedes aegypti).

Participaram do evento, representantes da comunidade, do Ministério Público Estadual (MPE), representado no ato pela promotora de Justiça, Maristela Carulla, vereadores, Instituto Ambiental do Paraná (IAP), entre outros. O objetivo do encontro é manter a comunidade informada sobre todas as fases do projeto, tendo em vista tratar-se de uma pesquisa que envolve saúde pública, podendo representar riscos à população.

Rodrigo Silvestre, diretor de Tecnologia e Informação do Tecpar, que acompanha todas as fases do projeto, assinalou que o empreendimento tem um amplo alcance social e não vê riscos para a comunidade avaliada em razão dos cuidados que vem sendo tomados em cada fase dos experimentos.

A Forrest, empresa de origem israelense, cujo presidente mundial é Nitzan Paldi, CEO e fundador da companhia, participou do encontro, mas preferiu deixar as explanações para seu corpo técnico. Coube a Elaine Paldi, sua esposa e também diretora da companhia, a abertura e boas vindas aos participantes. Débora Rebechi Baggio, diretora de projetos, foi quem apresentou os estudos, ajudada pelo gerente operacional, Rodrigo de Oliveira.

A empresa informa que inicia em setembro deste ano as pesquisas de campo, escolhendo duas comunidades de Jacarezinho, em polos extremos do perímetro urbano. O período da pesquisa é estimado em oito meses, devendo ser concluído em marco de 2019.

Projeto

O Projeto Piloto compreende uma série de ações a serem desenvolvidas ao longo de um ano na cidade, que visam promover a soltura estratégica de milhares de mosquitos machos estéreis a fim de reduzir a população de mosquitos selvagens no local e, indiretamente, o risco de surgimento de epidemias de doenças cujos agentes causadores são transmitidos pelo

mosquito Aedes aegypti. Essas ações envolvem o monitoramento das populações de mosquitos na localidade em parceria com a Vigilância Sanitária Municipal; a elaboração e execução de um plano educacional em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e o Núcleo Regional

de Educação de Jacarezinho; a coleta e estabelecimento de colônias da cepa local de mosquitos; o estabelecimento de uma “Fábrica móvel de mosquitos estéreis” e, a produção massiva de mosquitos machos estéreis.

No primeiro ano, o objetivo principal do Projeto Piloto em Jacarezinho é realizar a soltura massiva desses machos estéreis em áreas pré-selecionadas na cidade a fim de validar a eficácia do método e causar uma diminuição significativa da população selvagem de mosquitos da dengue na localidade tratada.

O mosquito Aedes Aegypti transmite os patógenos causadores de doenças como Dengue, Febre amarela, Febre do Nilo, Chikungunya e Zika. Apesar de todos os esforços da comunidade científica, ainda não existem drogas ou vacinas específicas e regulamentadas para prevenir ou combater a grande maioria destas doenças.

Desafio

As doenças cujos agentes causadores são transmitidos por vetores continuam sendo um desafio global para as autoridades em saúde, apesar dos grandes esforços para desenvolver novos tratamentos e vacinas. Nesse sentido, o combate ao mosquito vetor, em especial o Aedes aegypti, ainda é a principal ferramenta para evitar o surgimento de novas epidemias dessas

doenças. Além das técnicas tradicionais de controle de vetores, como o uso de inseticidas e a busca e destruição ativa de criadouros de mosquitos, o estabelecimento e a validação de novas estratégias de controle de vetores é extremamente importante para aumentar a eficácia das atuais políticas públicas.

Inseto estéril

A Forrest Brasil Tecnologia Ltda. é uma empresa de biotecnologia focada no desenvolvimento de soluções para combater os mosquitos vetores e, que se está desenvolvendo o Projeto Piloto no município de Jacarezinho, utilizando uma técnica chamada “Técnica do Inseto Estéril” (SIT, da sigla em inglês). Esse método compreende a liberação massiva de mosquitos machos estéreis para reduzir a população nativa de mosquitos em uma determinada área.

Os dois principais diferenciais de solução proposta pela Forrest incluem o uso de mosquito não geneticamente modificado, que é produzido a partir de uma linhagem de mosquitos provenientes da mesma área-alvo a ser tratada; e, utilização de fábricas de mosquitos itinerantes, instaladas próximas à área alvo, que facilitam a logística operacional do projeto. O plano de trabalho prevê várias ações a serem desenvolvidas ao longo de um ano, e prevê a colaboração ativa com as autoridades locais.

Infestação é grave em Jacarezinho

Jacarezinho foi escolhida por ser uma das cidades paranaenses com maior índice de infestação do mosquito da dengue. O Ministério da Saúde considera como limite até 4% de infestação. Em dezembro de 2017, a cidade apresentava índice de 16%. É neste sentido que a Forrest Brasil Tecnologia Ltda. vem investindo esforços na busca por soluções inovadoras na área de controle de mosquitos vetores.

O objetivo é realizar solturas massivas de versões estéreis de mosquitos machos, para competir com os mosquitos machos normais presentes na natureza pela cópula com as fêmeas da espécie e assim promover, gradativamente, a redução da população de insetos locais.

Apesar de ser uma técnica já bem conhecida na comunidade científica, e já ter sido demonstrado sua eficácia, o grande diferencial da Forrest foi desenvolver uma proposta ecologicamente amigável e que supera as dificuldades logísticas inerentes à produção e uso de insetos em larga escala. Tal proposta baseia-se nos três pilares a seguir: o mosquito Aedes aegypti macho estéril não é, e nem envolve o uso de organismos geneticamente modificados; os mosquitos machos estéreis produzidos pela Forrest são a partir da cepa selvagem de Aedes aegypti coletada na própria região a ser tratada, ou seja, não é introduzida uma cepa nova de mosquitos na natureza; o uso de laboratórios móveis, que garantem flexibilidade, rapidez, eficiência e logística necessárias para a produção em massa de mosquitos a serem liberados.

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Post source : Tribuna do Vale

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