quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90

Hospital referência em Campo Largo cancela procedimentos por falta de médicos; Governo nega

Hospital referência em Campo Largo cancela procedimentos por falta de médicos; Governo nega
Crédito da foto Para Hospital foi inaugurado há apenas dez anos. Foto: Divulgação
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125

Hospital Infantil Waldemar Monastier, referência em atendimento infantil, que fica em Campo Largo, na região metropolitana de Curitiba, está cancelando cirurgias, exames e consultas desde o início dessa semana por falta de médicos. O hospital está sendo gerenciado pela Fundação Estatal de Atenção à Saúde (Funeas) desde 2018, pela responsabilidade da gestão da Secretaria de Estado da Saúde (SESA). Em um comunicado interno, a fundação confirma que está realizando um plano de contingência provisório e indeterminado. No entanto, a SESA desconhece essa informação e afirmou, por meio de nota, que não há nenhuma interrupção no atendimento à população.

Desde segunda-feira (3) a equipe que integra o corpo clínico modifica a estrutura de escalas, atendimentos eletivos, pré-cirúrgicos e exames no hospital. Os médicos credenciados para atuarem no hospital se demitiram por falta de pagamento, segundo o SindSaúde.  “Nesse momento, dos 141 médicos cadastrados oficialmente para fazer parte dessa equipe do hospital, apenas cinco estão fazendo parte da escala. Praticamente todos se descredenciaram por causa de constantes atrasos em pagamentos e que não conseguiam chegar a um entendimento. Foi fechada a UTI pediátrica e dez leitos da UTI neonatal, ou seja, é uma restrição de atendimento no hospital decorrente na inoperância de uma fundação de direito privado e do Governo do Estado”, descreveu à Banda B, na manhã desta quinta-feira (6), a diretora Elaine Rodela.

Dois anos de espera

Depois de dois anos na fila de espera, a cirurgia do filho de Elisa Merchiori, 33, foi cancelada pelo hospital. “Simplesmente me ligaram e cancelaram a consulta com a anestesista e disseram que não iam conseguir mais fazer porque o hospital estava sem médicos”, contou a mãe, em entrevista à Banda B. O pequeno tem 4 anos, dificuldade em respirar e precisa de uma cirurgia de adenoide. “Fiquei no desespero porque pensei como que um hospital desse tamanho fica sem médico, não tenho dinheiro para pagar particular. E essas tantas crianças que estão internadas e precisam de atendimento, com problemas bem piores que o meu”, completou.

Anexada na administração do hospital, a escala dos cinco médicos que restaram na atuação do plantão foi retirada pela direção, segundo o sindicato, para evitar exposição do caso.

A ausência de profissionais afeta todos os procedimentos do hospital. “Na segunda-feira, simplesmente, a UTI fechou e as crianças foram transferidas, duas apenas ficaram no hospital, mas na enfermaria. Mas, se elas estavam em uma UTI e precisam dos cuidados que apenas a UTI oferece, como que estão em uma enfermaria? A falta de profissional influencia no funcionamento de tudo”, critica a diretora do SindSaúde.

Declínio

Uma funcionária do hospital, que não será identificada com medo de represálias, garantiu que os cancelamentos de cirurgias iniciaram na segunda-feira (3), mas que a ausência crescente de médicos completou duas semanas. “O aparelho de raio-x está quebrado há mais de 30 dias, sem radiologista no Centro de Imagem e exames sendo feitos sem laudos. Consultas e exames desmarcados, não tem cirurgião”, criticou a enfermeira que trabalha no hospital desde a abertura do hospital.

Segundo a profissional, a gestão do hospital piorou com a mudança administrativa. “Fizemos várias denúncias diretamente no Ministério Público de Campo Largo e estamos aguardando. Piorou em 200% depois da mudança, muita falta de insumos. Fim de semana nem parece hospital, não fica ninguém aqui. É só mãe ligando querendo saber das crianças e o administrativo e ninguém do RH ficam aqui”, garantiu à Banda B.

Contratação

Diante da saída de profissionais da saúde, um edital foi publicado pela Funeas para a contratação de médicos. “O edital existe e ele tinha que ter saído em julho, em agosto. Esse edital publicado não garante que esses médicos que serão contratados estejam amanhã atendendo. Ou seja, há sim uma interrupção no atendimento desde o dia 3. Esse edital deveria ter sido publicado antes da saída desses médicos, que já estava programada. A Funeas demorou para agir e prejudicou o atendimento à população”, esclareceu a diretora.

Governo

O Governo do Estado, por meio da SESA, afirmou que um edital foi publicado para credenciamento de novos profissionais para atuar no Hospital Infantil Waldemar Monastier (HIWM), mas não mencionou a saída de médicos do corpo clínico e a motivação.

Mesmo assim, afirmou que nenhum atendimento à população foi interrompido. “Não há por parte da Secretaria de Estado da Saúde nenhuma ordem de fechamento de leitos. A SESA-PR está reestruturando a contratação de prestação de serviços ao hospital através da Funeas, sem, no entanto, interromper atendimento à população”, finaliza a nota.

Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125

Fonte do post: Elizangela Jubanski

Notícias Relacionadas

Comentar: Hospital referência em Campo Largo cancela procedimentos por falta de médicos; Governo nega

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

WhatsApp 596