Wednesday, 27 de January de 2021

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Ingestão de produtos tóxicos por crianças: Saiba como evitar e o que fazer em caso de acidente

Ingestão de produtos tóxicos por crianças: Saiba como evitar e o que fazer em caso de acidente
Photo Credit To (Imagem ilustrativa/Divulgação)
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A morte do pequeno Davi Araújo da Silva, de dois anos, chocou os moradores de Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, na quarta-feira (26). A criança engoliu solvente de tinta e morreu horas depois, no começo da madrugada, quando recebia cuidados intensivos no Hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul.

O caso de Davi, infelizmente, ainda é muito comum no Brasil. Apesar de não ser a mais fatal em número de ocorrências, a intoxicação é a sexta causa de morte por acidentes na faixa de 0 a 14 anos de idade no país. Em 2016, foram 3.222 internamentos e 74 mortes relacionadas a esse problema. Os dados são do DataSus e foram compilados pela Organização Não Governamental (ONG) Criança Segura.

Segundo a cirurgiã pediátrica do Hospital Pequeno Príncipe, Giovana Camargo de Almeida, as crianças menores têm dificuldade de diferenciar os líquidos e, por isso, estão mais propensas a acidentes. “Muitas vezes, elas têm o acesso facilitado a substâncias que não deveriam, como água sanitária e solventes. Em algumas casas, esses produtos são guardados em garrafas plásticas de refrigerante ou suco e a criança pensa que aquilo é de beber”, disse ela em entrevista à imprensa.

A médica também explicou que a ingestão de líquidos tóxicos, independente da quantidade, pode causar sérios problemas de saúde. “Existem solventes que, mesmo ingeridos em pouca quantidade, trazem lesões muito graves ao paciente, que podem causar a morte. Por isso, é preciso ter muito cuidado”, completou.

O que fazer em caso de acidente?

De acordo com a cirurgiã, no caso da criança beber qualquer substância tóxica, a primeira coisa a se fazer é levá-la para o atendimento médico. “Não provoque vômito e não estimule qualquer tipo de sucção ou aspiração. Não faça nada disso. Muitas vezes essas práticas, em vez de facilitar, pioram a situação. Em relação ao vômito, por exemplo, a criança pode aspirá-lo e carregá-lo até o pulmão, o que agravaria o problema”, orientou.

Diante desse cenário, o ideal é deixar os primeiros socorros e os demais atendimentos para os médicos e profissionais da saúde.

Como prevenir?

Para a gerente executiva da ONG Criança Segura, Gabriela Freitas, o velho ditado “prevenir é melhor do que remediar” é verdadeiro nesses casos. Por isso, ela dá dicas valiosas de como evitar casos de intoxicação.

“A primeira coisa é sempre armazenar líquidos e produtos químicos na embalagem original, nunca guardar em garrafa pet, porque a criança pode confundir. A outra regra de ouro é que eles fiquem completamente fora do alcance da criança. Em um lugar alto e trancado, de preferência, porque muitas vezes os pequenos são criativos e podem dar um jeito de alcançar um armário mais alto. Além de tudo isso, a supervisão constante dos adultos é fundamental”, afirmou Gabriela.

Ela ressaltou que medidas simples, como mudança de comportamento ou adaptação do ambiente, podem significar a diferença entre a vida e a morte. “É importante dizer que 90% desses casos são evitáveis. Por isso, é sempre melhor trabalhar a prevenção”, finalizou.

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Post source : Marina Sequinel e Flávia Barros

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