quinta-feira, 23 de Maio de 2019

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Jacarezinho protesta contra cortes na educação

Jacarezinho protesta contra cortes na educação
Crédito da foto Para Foto: Taíse F. C. Nishikawa
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Centenas de pessoas foram às ruas de Jacarezinho na última quarta-feira (15) para protestar contra os cortes na educação anunciados pelo governo federal. As manifestações aconteceram em diferentes pontos da cidade durante todo o dia e reuniram principalmente universitários e professores, embora também tenha havido a adesão de outras classes. Entre os participantes da mobilização, o discurso era de indignação pela redução dos já escassos recursos de uma área fundamental para o progresso de qualquer sociedade.

De acordo com Aline Trigo, mestra em literatura, professora de português e inglês e ex-aluna da UENP (Universidade Estadual do Norte do Paraná), é fundamental que o máximo de pessoas seja conscientizado sobre a questão. “Manifestações como esta, mesmo ocorrendo em uma cidade pequena, são importantes para conscientizar quem não costuma se aproximar do cenário e das notícias sobre política, e para ecoar a luta que acontece em maior número nas capitais. Num momento em que muitos não sabem mais o que é fake news e o que é verdade, ver ao vivo em que lado estão professores, pesquisadores e alunos é fundamental”, frisou.

A professora ainda lamenta que a manifestação tenha caráter de protesto, enquanto poderia ser para reivindicar o aumento de verbas, além de projetar novos atos. “É triste que, ao invés de estarmos pedindo mais verba para a educação, agora estejamos lutando para que seja mantido o mínimo de recursos para que as instituições públicas de ensino possam funcionar. Sabemos, pela trajetória do nosso país, que quando a população junta suas forças a transformação acontece, então seguiremos na luta”, conclui.

O professor de história e também ex-aluno da UENP, Mateus Forcella Biagini, enxerga o corte como uma medida de cunho político. “O presidente está atacando quem ele sabe que não concorda com o tipo de governo que ele está fazendo. É uma estratégia para atacar professores, intelectuais e as instituições de ensino para torná-los, talvez, mais submissos aos planos de governo, como a reforma da previdência, por exemplo. Há um conhecimento defasado mesmo, mas a educação é fundamental para ascensão social e humanização. A população brasileira está repensando e vendo que estamos todos no mesmo barco, independente de escolhas eleitorais, e essas medidas afetam toda a população”, pondera.

O corte de verbas da educação gera críticas inclusive de eleitores do presidente da república, como no caso do aposentado Antônio da Silva Torres, que entendeu os argumentos dos manifestantes, embora sem participar do ato. “Eu votei no Bolsonaro e votaria de novo. Mas acho errado o governo cortar verba da educação. O Lula também cortou e não lembro se houve tanto barulho, mas o fato é que mesmo com essa ameaça de crise financeira que está aí a educação não pode piorar. Está ruim do jeito que está? Sim! Mas tem que ver onde está o erro e não simplesmente cortar dinheiro. Também não concordo com a bagunça que a gente vê pela televisão em algumas universidades, só que não podemos generalizar. Minhas três filhas estudaram na Fafija (hoje UENP) e nunca vi nada daquele tipo”, assinala.

CORTE

De acordo com o governo federal o corte foi aplicado sobre gastos não obrigatórios, como funcionários terceirizados e realização de pesquisas. No total o valor do corte é de R$ 1,7 bilhão e representa pouco mais de 3% do orçamento total das universidades federais.

Segundo o governo a medida foi tomada porque a arrecadação de impostos está menor do que o previsto. Caso a arrecadação cresça, o dinheiro pode voltar às universidades.

A imagem pode conter: 16 pessoas, pessoas sorrindo, multidão e noite

A imagem pode conter: 4 pessoas, pessoas em pé, noite e atividades ao ar livre

Fotos: Taíse F. C. Nishikawa

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Fonte do post: Lucas Aleixo-Tribuna do Vale

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