sábado, 6 de junho de 2020

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Lideranças da região querem desligar campus de Cornélio

Lideranças da região querem desligar campus de Cornélio
Crédito da foto Para refeitos da Amunorpi iniciam movimento pelo desligamento do campus de Cornélio Procópio da UENP Foto: Antônio de Picolli
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Prefeitos ligados à Associação dos Municípios do Norte Pioneiro (Amunorpi), com sede em Jacarezinho, iniciaram esta semana um abaixo assinado em todos os municípios filiados, contrários à instalação do curso de Medicina no campus de Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) de Cornélio Procópio.

Com a informação de que a governadora Cida Borghetti (PP) assinou o decreto confirmando o curso na cidade sede da Associação dos Municípios do Norte do Paraná (Amunop), o presidente da Amunorpi e prefeito de Santana do Itararé, Joás Michetti (PDT), informou, com exclusividade à Tribuna do Vale, que os prefeitos da região iniciam um movimento com toda a sociedade organizada, no sentido de provocar o desligamento do campus de Cornélio Procópio da UENP, sugerindo que a unidade passe a compor a Universidade Estadual de Londrina (UEL), que está mais próxima de Cornélio Procópio e culturalmente ligada.

O que foi possível compreender deste movimento é uma insatisfação generalizada com o tratamento que o campus de Jacarezinho vem recebendo da reitoria. Embora a sede administrativa da universidade esteja em Jacarezinho, há um forte descontentamento interno pela discriminação administrativa, principalmente na alocação de recursos.

O presidente da Amunorpi, Joás Michetti informou no final da tarde de ontem que vai convocar os prefeitos da região para uma audiência com o governador eleito Ratinho Junior (PSD), a quem pretendem manifestar a insatisfação das lideranças do Norte Pioneiro. “Queremos falar diretamente com o Ratinho e já estou agendando uma reunião”, frisou.

“Tenho informações que falta dinheiro para tudo. O campus de Cornélio Procópio, base da atual reitora, vem sendo privilegiado”, assinala o prefeito de Ribeirão Claro, Mário Augusto Pereira (PSC), um dos mais revoltados com a decisão da governadora e que promete ir às últimas consequências para reverter a decisão.

Custo milionário

Ontem à tarde a reportagem manteve contato com um membro da equipe de transição do governador eleito Ratinho Junior que manifestou preocupação com o conflito gerado pelo anúncio do curso de Medicina em Cornélio Procópio. Para ele, houve precipitação e reconhece que a revolta das lideranças do Norte Pioneiro é fundamentada, pois a criação desse curso, prioritariamente, deveria acontecer na região da Amunorpi.

O governo estadual já liberou R$ 8 milhões para o início de instalação de infraestrutura para o curso de Medicina, mas na avaliação de um especialista, somente com o Hospital Regional de Cornélio Procópio, cujas obras estão paralisadas, que seria encampado pela UENP, os investimentos são orçados em R$ 30 milhões, entre edificações, equipamentos e laboratórios.

Para manutenção do curso, a mesma fonte estima em R$ 4,5 milhões anuais, sem contar despesas para funcionamento na unidade hospitalar. Os coordenadores de criação do curso, porém, até agora não revelaram quanto a instalação vai custar ao Tesouro do Estado.

Erro de origem

A polêmica que se inicia com o anúncio do curso de Medicina em Cornélio Procópio é a crônica de um conflito anunciado. Políticos e órgãos do governo teimam em enquadrar as duas microrregiões como um todo. Na reunião que a Amunorpi realizou na última sexta-feira (9) ficou descartada qualquer possibilidade de fundir-se à Amunop. Há uma distância cultural imensa entre os municípios das duas associações, embora os esforços para minimizar as diferenças.

Quando a universidade regional foi gestada na administração do ex-governador José Richa, em 1985, o idealizador do projeto, professor Nildo Lubke, concebeu  a instituição como Universidade Estadual para o Desenvolvimento do Norte Pioneiro, reunindo as faculdades de Filosofia Ciência e Letras, Direito e Educação Física, todas localizadas em Jacarezinho.

A instituição chegou a constar do orçamento estadual daquele ano, conforme relata seu criador. Porém, o projeto naufragou na onda de ciúmes dos então diretores das faculdades, cada um brigando para sediar a reitoria.

O projeto foi readaptado na gestão do ex-governador Roberto Requião, mas por interesses políticos de lideranças da época, Bandeirantes e Cornélio Procópio acabaram sendo incorporados, contrariando o plano inicial. Por conta disso, vive-se agora este conflito, que pode enfraquecer a UENP.

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Fonte do post: Tribuna do Vale

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