domingo, 9 de dezembro de 2018

Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90

“Não tem ninguém mais ferido que eu”, diz Richa a jornal

“Não tem ninguém mais ferido que eu”, diz Richa a jornal
Crédito da foto Para Imagem Ilustrativa
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125

O governador Beto Richa (PSDB) também deu entrevista na sexta-feira (8) ao jornal Folha de São Paulo. Na edição online, o tucano afirmou que ele foi o mais prejudicado com a repressão policial à manifestação do dia 29 de abril. A resposta veio depois que Richa foi questionado sobre se o governo devia desculpas.

“Posso te assegurar: não tem ninguém mais ferido que eu. Eu estou ferido na alma. O mais prejudicado hoje sou eu. Ao meu ver, o governo deve desculpas, sim. E o sindicato do professores. Devem desculpas à sociedade paranaense e brasileira pelo episódio lamentável que aconteceu aqui na frente”.

Indagado se ainda defendia a ação policial contra professores, servidores e estudantes, Richa falou que defendia o cerco da Assembleia Legislativa, onde os deputados votavam o projeto da previdência.

“O episódio foi lamentável, ninguém desejava que isso acontecesse. Eu pedi o tempo todo para a polícia que fosse tolerante, que evitasse o confronto”.

Beto Richa evitou confirmar a informação divulgada antes de que havia black blocs com coquetéis molotov no protesto.

“Veja Bem, isso tudo está sendo apurado no inquérito. O inquérito é quem vai dizer se isso era verdade, se os materiais existiram, por que eles estavam sendo preparados… Não cabe a mim avaliar isso. Quem falo foi a secretaria de Segurança. Eu disse: ‘O relato que eu recebi da Segurança Pública dá conta de pedras, paus, estilingues, material explosivo’. Foi o relato que me pasasram. Agora, cabe ao inquérito investigar”.

Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125

Fonte do post: Bonde

Notícias Relacionadas

Comentar: “Não tem ninguém mais ferido que eu”, diz Richa a jornal

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

WhatsApp 596