domingo, 27 de Maio de 2018

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No Paraná, 63% das empresas são familiares, diz Sebrae

No Paraná, 63% das empresas são familiares, diz Sebrae
Crédito da foto Para A família Chorobinski trabalha junta: a regra é compartilhar (Foto: Franklin de Freitas)
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As empresas de controle familiar são a maioria no Paraná. De acordo com o Sebrae, 63% das empresas paranaenses são familiares, o equivalente a mais de 378 mil empresas ativas, em quarto lugar no ranking nacional. Além disso, o Paraná também apresenta elevada proporção de empresas que possuem parentes como sócios (27%) e de empregados que são parentes (21,7%).
Se enfrentam os mesmos desafios das demais empresas (como a geração de lucro de forma sustentável, a melhoria da competitividade até a prontidão para reagir aos desafios de mercado e tantos outros), por outro lado as empresas familiares também têm de lidar com a multiplicidade de papéis que seus sócios e familiares exercem: o de Controlador (sócio), de Gestor e papel de Membro da Família.
“Isso torna a administração da empresa mais instigante e cercada de diferentes obstáculos, como a disputa de poder”, aponta o Consultor e Especialista Eduardo Valério, da JValério, empresa associada à Fundação Dom Cabral, referência no país em governança e sucessão.
Muito por conta desse cenário, a maioria das empresas familiares não conseguem se perpetuar no mercado e fecham as portas antes da gestão virar responsabilidade da próxima geração. Prova disso é que 70% desses empreendimentos não resistem à morte do fundador, sendo que so­men­te 30% pas­sam da se­gun­da ge­ra­ção e ape­nas 12% vão além da ter­cei­ra ge­ra­ção.

Duas gerações trabalham juntas e fazem a diferença
Há um ano e meio convivendo com os desafios de administrar um negócio familiar, o empresário Marcel Chorobinski, fundador do restaurante Notubo, conta que faz junto com a esposa Manoella e as filhas Maria Victoria e Valéria Cristina uma espécie de gestão compartilhada da empresa.
“A principal diferença é mais o papo mesmo. Quando contrata um funcionário, você coloca as regras e ele segue um itinerário que você passa. Com a família, é sempre muita reunião, conversa. Temos essa liberdade por ser família, então decidimos tudo junto, cada um passando o seu ponto de vista”, conta.
Apesar disso, a divisão de tarefas entre os familiares é bastante clara. Como possui um outro negócio (é atacadista de pescados), Marcel monta o cardápio e desenvolve os pratos que serão comercializados no estabelecimento – e nas franquias que estão por vir, a primeira delas, perto de ser inaugurada, comandada pelo seu irmão e localizada em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba. Já a esposa cuida mais da parte administrativa e do atendimento aos clientes, enquanto uma das filhas atua como gerente, supervisionando os três funcionários que auxiliam a família, e a outra faz a parte de pratos quentes.
“Tem um ditado que fala que a primeira geração constrói, a segunda mantém e a terceira destrói. Já vi mutias empresas grandes quebrarem, tive até amigos com quem aconteceu isso. Mas estamos tentando fazer diferente. O foco de todo mundo é levar o negócio para frente, então cada um vai ser responsável por uma parte. A filha caçula (Maria Victoria, de 20 anos), fica muito próxima de mim, está absorvendo muito do meu conhecimento para no futuro ela comandar tudo. A ideia é essa, compartilhar o que sei para que elas estejam preparadas”, conta.

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Fonte do post: Rodolfo Luis Kowalski

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