sábado, 7 de dezembro de 2019

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Paraná registra primeiros casos de Zika Vírus e confirma 730 casos de dengue

Paraná registra primeiros casos de Zika Vírus e confirma 730 casos de dengue
Crédito da foto Para LACEN, Laboratório Central do Estado do Paraná. Curitiba,22/08/2019 Foto:Jaelson Lucas / ANPr
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O boletim epidemiológico é sobre Dengue, Chikungunya e Zika. O Zika é um arbovírus transmitido pela picada do “Aedes Aegypti”, o mesmo mosquito que transmite a dengue e a chikungunya.

“O Governo do Estado vem capacitando profissionais para o manejo clínico da dengue, chikungunya e zika junto às 22 Regionais de Saúde e secretarias municipais de Saúde”, afirma o secretário da Saúde do Paraná, Beto Preto.

“Nosso objetivo é que o diagnóstico e o tratamento sejam seguros e eficientes. Mas é preciso a colaboração de todos os paranaenses na adoção de medidas preventivas de combate ao Aedes aegypti. Precisamos eliminar os criadouros que se formam nos recipientes que acumulam água parada nos quintais, empresas e terrenos vazios”, enfatiza o secretário.

Dengue

O aumento dos casos de dengue no Paraná em relação à semana anterior é de 7%, com 48 casos a mais. As três arboviroses – dengue, chikungunya e zika – se manifestam com febre, dores do corpo e nas juntas e dor de cabeça. O que difere é a intensidade dos sintomas.

Prevenção

O período de maior transmissão no Paraná começa agora, a partir da primavera, e se intensifica no verão. Dias quentes e úmidos favorecem a proliferação. “Recomendamos à população uma vistoria nos quintais e a retirada de recipientes que possam acumular água parada, como os pratos de vasos de planta, garrafas, pneus, sucatas e lixo, entre outros”, explica a coordenadora da Vigilância Ambiental, Ivana Belmont.

“Esta medida preventiva vale para o ano inteiro. São muitas pessoas infectadas e isso não precisava estar acontecendo, pois o cuidado principal vem da conscientização. O cuidado com o nosso quintal e nossa casa é fundamental neste combate ao Aedes aegypti e deve ser feito diariamente”, complementa.

Na maioria dos casos a infecção por Zika Vírus acontece de forma branda, com sintoma febril que permanece entre três a sete dias. Mas, no caso de infecção em gestantes, a transmissão do vírus para o feto pode desenvolver complicações neurológicas e uma das principais é a microcefalia, com lesões cerebrais irreversíveis e deformação dos ossos da cabeça do bebê.

“O Governo do Estado vem capacitando profissionais para o manejo clínico da dengue, chikungunya e zika junto às 22 Regionais de Saúde e secretarias municipais de Saúde”, afirma o secretário da Saúde do Paraná, Beto Preto.

“Nosso objetivo é que o diagnóstico e o tratamento sejam seguros e eficientes. Mas é preciso a colaboração de todos os paranaenses na adoção de medidas preventivas de combate ao Aedes aegypti. Precisamos eliminar os criadouros que se formam nos recipientes que acumulam água parada nos quintais, empresas e terrenos vazios”, enfatiza o secretário.

Dengue

O aumento dos casos de dengue no Paraná em relação à semana anterior é de 7%, com 48 casos a mais. As três arboviroses – dengue, chikungunya e zika – se manifestam com febre, dores do corpo e nas juntas e dor de cabeça. O que difere é a intensidade dos sintomas.

Prevenção

O período de maior transmissão no Paraná começa agora, a partir da primavera, e se intensifica no verão. Dias quentes e úmidos favorecem a proliferação. “Recomendamos à população uma vistoria nos quintais e a retirada de recipientes que possam acumular água parada, como os pratos de vasos de planta, garrafas, pneus, sucatas e lixo, entre outros”, explica a coordenadora da Vigilância Ambiental, Ivana Belmont.

“Esta medida preventiva vale para o ano inteiro. São muitas pessoas infectadas e isso não precisava estar acontecendo, pois o cuidado principal vem da conscientização. O cuidado com o nosso quintal e nossa casa é fundamental neste combate ao Aedes aegypti e deve ser feito diariamente”, complementa.

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Fonte do post: AEN

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