quinta-feira, 19 de julho de 2018

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Professores passam por treinamento para prevenir bullying no ambiente escolar

Professores passam por treinamento para prevenir bullying no ambiente escolar
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Os professores da Maple Bear Canadian School em Londrina vão participar de um curso na próxima quinta-feira (19), de “Prevenção de Bullying no Ambiente Escolar”. O treinamento acontecerá na sede da escola (rua Dr. Carlos da Costa Branco, 237, Jardim Nikko), às 13h30, e será ministrado pela psicóloga Cibely Pacífico, do Núcleo Evoluir, e tem por objetivo ajudar os professores a identificarem indícios de bullying entre as crianças o mais rápido e evitar que o problema cresça.

A diretora da escola, Andrea Pizaia Ornellas, comenta que a prática do bullying é uma possibilidade no ambiente escolar e por isso sentiu a necessidade de promover esse treinamento para deixar os professores mais preparados. “Na Maple não é comum o bullying pois nossos professores estão bem atentos a estas questões. Mas avaliamos que seria importante reforçar esse preparo e assim ajudá-los a conversar com as crianças sobre o respeito aos outros e sobre diferenças”, observa Andrea.

Cibely acrescentou que no curso vai abordar questões como os tipos de bullying, como identificar envolvidos, como identificar a ocorrência do problema, o que é uma situação de crise e como os professores podem agir, as consequências dessa prática e como desenvolver estratégias de prevenção. “Também será incluído o papel da família, da escola e do próprio aluno”, frisou a psicóloga.

Ela lembra que identificar o bullying entre os alunos não é uma tarefa fácil, já que uma das suas principais características é a violência velada. Os professores, por sua vez, são capazes de acompanhar a evolução dos alunos no ambiente escolar, tornando-se peças fundamentais para a identificação de conflitos. “É importante que os profissionais de educação observem as mudanças comportamentais dos alunos e se atentem para suas causas.”

Entre as mudanças de comportamento ela aponta dores de cabeça e estômago frequentes, oscilações de humor, material escolar danificado, marcas de agressões corporais, medo ou falta frequente às aulas, tristeza, ansiedade e depressão.

A psicóloga pontua que as consequências do bullying não são nocivas apenas para a vítima, mas também para o agressor, testemunhas, o próprio ambiente escolar e outras instituições. “Quanto antes identificado, menores serão os danos”, alerta. Cibely lembra que em casos de conflitos é importante acolher a vítima, ouvir as histórias e validar seus sentimentos. E também é fundamental acolher o agressor, tomando o cuidado de não expor o aluno, e respeitar o regimento da escola.

Ainda, deve-se conversar com os pais ou responsáveis e analisar o contexto em que as crianças estão envolvidas. A partir disso, pensar em intervenções tanto individuais quanto com a turma, a fim de remediar consequências e prevenir futuros problemas e novas situações de bullying. No caso de quem pratica é importante investigar as causas desse comportamento agressivo e tratá-las, uma vez que o agressor também apresenta sofrimento, assim como a vítima. “Cada caso é único e precisa ser avaliado com cuidado”, frisa.

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Fonte do post: Bonde com assessoria de imprensa

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