terça-feira, 15 de outubro de 2019

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Programa de prevenção ao suicídio tem aumento de 20% de procura no fim do ano

Programa de prevenção ao suicídio tem aumento de 20% de procura no fim do ano
Crédito da foto Para (Imagem ilustrativa/Divulgação)
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Centro de Valorização da Vida (CVV) de Curitiba, que fornece apoio emocional e prevenção ao suicídio por meio de telefone e chats na internet, teve um aumento de cerca de 20% no recebimento de ligações durante o fim do ano. No último sábado (30), os voluntários fizeram 88 atendimentos, enquanto que no domingo (31) foram 62 – o mesmo número registrado na véspera de Natal. Já no dia 25 de dezembro, o CVV recebeu 55 ligações.

De acordo com o voluntário Quintino Dagostin, que atua no Centro há mais de 20 anos, a virada do ano é um momento delicado para muitas pessoas que se sentem sozinhas ou sofrem com depressão. “Além da crise econômica do nosso país, muitas pessoas são atingidas por mensagens negativas publicadas na mídia de modo geral, que repete situações de morte e desastres, complicando ainda mais esse momento de mudança que é o fim do ano”, explicou ele em entrevista à Banda B nesta terça-feira (2).

Os motivos que levam cada um a procurar ajuda do CVV são os mais diversos. “Há a angústia pela perda do emprego e por não conseguir outro… Além de conflitos familiares, entre pais e filhos, ou no próprio local de trabalho. Também ligam para nós muitas pessoas que têm depressão e não sabem com quem conversar”, completou Quintino.

Segundo ele, o aumento, no entanto, não foi apenas de pessoas pedindo por ajuda, mas também dizendo obrigado. “Muitos ligaram para agradecer ao CVV, por terem conversado com um voluntário ao longo de 2017 e conseguirem superar suas adversidades”.

Em novembro, o Centro atendeu 2812 pessoas em Curitiba. O levantamento de dezembro ainda deve ser feito pelos voluntários. Nos 80 postos espalhados por todo o Brasil, com mais de mil atendentes, são registrados de 4800 a 5200 apoios por dia.

Os solicitantes que procuram ajuda por e-mail e ferramentas de conversa, como o Skype, tendem a ser mais jovens. “Eles geralmente são mais objetivos em relação a sua dor e angústia. Já via telefone nós não sabemos ao certo a faixa etária, porque não perguntamos nem sexo ou idade. Pela minha experiência, eu atendo mais mulheres do que homens”, afirmou.

Quem quiser conversar com os voluntários pode entrar em contato pelo telefone 141 ou acessar o https://www.cvv.org.br/.

Como ser voluntário?

Está marcado para o próximo dia 17 deste mês uma palestra para os interessados em se tornarem voluntários do CVV. O encontro acontece às 19h na sede da instituição, na Rua Carneiro Lobo, número 35, no bairro Água Verde. Os responsáveis vão explicar como o trabalho funciona e orientar aqueles que desejam fazer parte da iniciativa.

Grupo de Apoio aos Sobreviventes de Suicídio

Toda primeira terça-feira do mês às 19h30 e a terceira quinta-feira às 15h o CVV promove reuniões do Grupo de Apoio aos Sobreviventes de Suicídio (GASS). Elas são voltadas para aqueles que tentaram suicídio e familiares que perderam entes queridos dessa forma. “É uma roda de conversa, em que um ajuda o outro a superar as adversidades”, finalizou Quintino.

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Fonte do post: Marina Sequinel

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