quarta-feira, 16 de outubro de 2019

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Tico Santa Cruz acusa escola de preconceito contra sua filha, mas instituição nega

Tico Santa Cruz acusa escola de preconceito contra sua filha, mas instituição nega
Crédito da foto Para Divulgação
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Nas redes sociais, o cantor Tico Santa Cruz denunciou uma instituição de ensino que, segundo ele, não aceitou a matrícula de sua filha, diagnosticada com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). Já o colégio, tradicional no Rio de Janeiro, nega preconceito e afirma ao E+ que houve um desentendimento.

Segundo relato feito pelo cantor no Facebook, a filha Bárbara estudava em escola bilíngue e precisou trocar de instituição. A família procurou então o colégio Carolina Patrício, que tem histórico de inclusão de alunos especiais em suas quatro unidades no Rio de Janeiro.

Na versão de Tico Santa Cruz, a criança teria feito uma avaliação para ingressar no quarto ano (antiga terceira série), mas foi impedida de concluir a matrícula porque, segundo a escola, não havia vaga. A família tentou, então inscrevê-la no terceiro ano, para que a garota repetisse o conteúdo que havia cursado na outra instituição. De acordo com Tico, a escola informou que havia vagas, mas que seria agendada uma nova prova para a garota. Mais tarde, no entanto, ele teria sido informado de que não havia vagas em nenhuma de suas unidades.

O cantor relatou que tentou falar com a coordenadora de turno da unidade Barra da Tijuca/Novo Leblon, mas foi avisado de que ela não estava. Tico afirma que quando ligou de novo, se passando por outra pessoa, conseguiu o contato com a coordenadora. Quando Tico identificou, ela teria dito que a matrícula no terceiro ano não seria possível porque a escola não aceita realocação de alunos. O cantor passou a alegar, então, preconceito e exclusão de especiais.

Procurado pelo E+, o colégio se pronunciou por meio da diretora geral, Noemi Patricio. “A escola não faz seleção de perfis de alunos. Bárbara não conseguiria acompanhar o quarto ano por questões de aprendizado, e não tinha vaga no terceiro ano da unidade Barra da Tijuca/Novo Leblon”. Segundo Noemi, há vagas em outras unidades do Rio de Janeiro, mas a escola não teve tempo de se comunicar com a família antes da repercussão do relato de Tico nas redes sociais.

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Fonte do post: Estadão

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