domingo, 16 de junho de 2019

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Um em cada quatro tatuados deseja remover ou cobrir o desenho

Um em cada quatro tatuados deseja remover ou cobrir o desenho
Crédito da foto Para Camila Salomon: ideograma tatuado errado (Foto: Franklin de Freitas)
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Quando anunciamos que iremos fazer ou mesmo que tão somente estamos pensando em fazer uma tatuagem, uma das primeiras coisas que costumamos ouvir é que se deve pensar bem para não se arrepender mais tarde. E não é para menos: segundo estimativas, cerca de 25% das pessoas que têm alguma tatuagem desejam cobrir ou remover o desenho.

O que acontece é que as tatuagens frequentemente representam uma ideia ou lembrança que gostaríamos de eternizar na pele. Com o tempo, porém, é possível que aquilo que um dia fez sentido para quem optou pelo desenho possa não fazer mais. E aí a boa notícia é que fazer essa remoção tem se tornado cada vez mais fácil nos últimos anos.

De acordo com a doutora Caroline Scoz Alves, fisioterapeuta e diretora técnica da Clínica Senz e da empresa Sul Laser, até pouco tempo a pessoa que optava por uma remoção iria trocar a tatuagem por uma cicatriz. Atualmente, porém, situações assim são cada vez mais raras, bem como a dor sofrida ao realizar o procedimento de remoção tem sido minorada.

“Hoje já evoluiu muito (a tecnologia e as técnicas procedimentais), então temos cada vez menos casos em que fica alguma marca na pela. Aqui na clínica, inclusive, nunca tivemos um caso de ficar com cicatriz”, conta Caroline, explicando ainda que se antes precisava de até 40 sessões para se fazer uma remoção, hoje já possível realizar o procedimento completo em apenas cinco.

O preço ainda é salgado. Custa de R$ 250 a R$ 2 mil cada sessão, dependendo do tamanho da tatuagem, da quantidade de detalhes no desenho e do tipo de tinta utilizada. O mais comum é adotar como solução a remoção da tatuagem a laser, um procedimento minimamente invasivo que quebra as moléculas de pigmento, expulsando-as através do sistema linfático. Ela é feita em várias sessões que vão clareando a tatuagem aos poucos, até não restar mais pigmento sob a pele.

“Com essa técnica, o feixe do laser atinge com mais precisão os pigmentos da tatuagem, preservando o tecido ao redor. São menores as probabilidades de insucesso, má cicatrização, manchas e despigmentação da pele”, afirma. “Sempre digo para meus pacientes que remover uma tatuagem não é apagar uma história, é dar espaço para escrever novas”, finaliza a Dra. Caroline.

Era para ser Cami, em japonês, mas saiu Kadi…
Quando tinha entre 17 e 18 anos, Camila de Almeida Salomon decidiu que iria tatuar o seu apelido, Cami, em japonês. Como não conhecia ninguém que falasse a língua japonesa, optou por recorrer ao Google. Encontrou um desenho que representaria o seu nome e o levou ao tatuador, para que eternizasse a imagem em sua barriga.

Mais de 10 anos depois, porém, ela visitou uma escola de japonês e resolveu mostrar o desenho. Colegas já haviam a alertado que o que estava escrito em sua barriga não era Cami, mas ela não acreditava.

“Mostrei a tatuagem para uma japonesa e perguntei o que estava escrito. Ela leu “Kadi”. Ainda retruquei dizendo que estava escrito Cami, mas ela disse que não”, recorda Camila. “Eu ri. Depois de anos, vai fazer o quê? Eu achava que estava escrito Cami..”

Nesta terça-feira (21), Camila iniciou o procedimento para retirar a tatuagem da barriga. “Dói (o procedimento de remoção). Parece com colocar o dedo no fogão”. Ainda assim, a intenção é limpar mais um pouco a pele. “Tenho uma tatuagem atrás da orelha que também quero tirar e só a que tenho no pé eu vou deixar.”

De maquiagem definitiva à ‘saldade’, com L mesmo
Segundo Caroline Scoz Alves, diretora técnica da Clínica Senz e da empresa Sul Laser, não há um perfil exato de pessoas que optam por remover tatuagem. O que ela nota é um crescimento vertiginoso de mulheres que buscam o procedimento após fazer uma maquiagem definitiva. Além disso, também são os comuns os casos de desenhos que não saíram como o esperado ou mesmo de tatuagens com escritos errados.

“Já tive uma paciente que tatuou “saudade” com L, um homem que tinha um Bob Esponja na barriga. Vem muito também gente que tatuou nome de ex, pessoa que muda de religião…”, conta a especialista. “Também já tive o caso de um senhor que tinha tatuado o nome de uma mulher. Era a filha dele, que faleceu num acidente de trânsito e a esposa não suportava ver aquela tatuagem, então ele resolveu tirar.”

Por semana, são atendidos na clínica pelo menos 10 pacientes que desejam remover uma tatuagem. “É um fluxo legal, mas já foi maior – é que mudamos a clínica de bairro e acabamos perdendo alguns clientes. Mas 40% do movimento na clínica é para remoção de tatuagem”, diz ela.

Hoje, maioria das tattoos já podem ser tiradas
Embora algumas tatuagens possam ser mais difíceis de se remover do que outras (o que significa também que o procedimento de remoção custará mais caro), hoje já são raras as tatuagens que não há jeito de serem removidas, aponta a doutora Caroline Scoz Alves. Segundo ela, cores como o verde e o roxo são as mais difíceis de se retirar da pela, por envolverem a mistura de cores diversas. Por outro lado, cores básicas são as mais fáceis de serem removidas. Mas tintas como a nanquim, muito utilizadas em tatuagens feitas na prisão ou mesmo em “estúdios de garagem”, irregulares, são impossíveis de serem retiradas da pele.

Além disso, caso a tatuagem tenha sido feita há pouco tempo, é preciso aguardar um período de pelo menos um mês após a realização da tattoo para se iniciar o procedimento de remoção. Se a dor for uma questão a ser levada em conta, também é importante saber que as áreas com ossos doem mais. Além disso, a dor de tirar uma tatuagem é maior do que a de fazer, confirma a Caroline. Mas já foi mais doído, bem mais doído.

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Fonte do post: Rodolfo Luis Kowalski

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