Friday, 25 de September de 2020

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Bolt se recupera e vence Gatlin nos 100m. Para o bem do atletismo

Bolt se recupera e vence Gatlin nos 100m. Para o bem do atletismo
Photo Credit To uol
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Justin Gatlin chegou ao Mundial de Pequim com os quatro melhores tempos do ano nos 100m. Quando começou a final, na manhã deste domingo, já eram cinco, somando os 9s77 que ele marcou nas semifinais. O norte-americano era o grande favorito ao ouro, mesmo com um jamaicano oito vezes campeão mundial e seis vezes campeão olímpico correndo ao seu lado. Mas Usain Bolt foi Usain Bolt. E venceu a prova. Muitos dizem, para o bem do atletismo.

Bolt venceu com 9s79 para conquistar o tricampeonato mundial. É seu melhor tempo desde 2013. A prata ficou com Gatlin, com 9s80. O bronze foi dividido: o canadense Andre de Grasse, o grande destaque do Pan-Americano de Toronto, e o norte-americano Travis Bromell marcaram 9s92.

A vitória de Bolt é considerada uma derrota do mal pelo histórico de Gatlin. A frase não é da reportagem do UOL, mas de um medalhista olímpico brasileiro. “Eu considero essa vitória do Bolt a vitória do bem contra o mal, de um atleta limpo contra um que já foi flagrado por doping”, disse Claudinei Quirino, prata no revezamento 4×100 em Sydney-2000, na transmissão do SporTV.

Aos 33 anos, Gatlin está correndo mais rápido do que quando era mais jovem. E isso não é normal: como escreveu o repórter da Globo, Guilherme Rosseguini, “velocistas não são como vinhos. Eles costumam estragar com o tempo”. Lembre, então, das duas punições por doping que o atleta já cumpriu e um enorme asterisco aparece a cada vez que ele entra na pista.

Quando o Mundial começou, tentaram fazer com que Bolt comprasse a ideia de a disputa com Gatlin era esse “bem x mal”. O jamaicano não aceitou: ao ser questionado se ele era o salvador do atletismo na luta contra o doping, disse que essa “era uma responsabilidade de todos os atletas, não só minha”. Ao cruzar a linha de chegada da prova mais nobre do atletismo à frente de Gatlin, porém, ele se mostrou o herói que o atletismo pedia.

Não que já não fosse. Com seu terceiro título mundial nos 100m, ele igualou um recorde: é o terceiro homem a conquistar três vezes a prova mais rápida do atletismo em Mundiais. Só os norte-americanos Carls Lewis e Maurice Greene fizeram o mesmo. Desde 2008, é a cara do atletismo no mundo – ajuda, claro, seu carisma insuperável. Afinal, que atleta olímpico consegue fazer caretas e brincadeiras segundos antes de uma prova tão tensa quanto essa no Mundial de Pequim?

Caio Bonfim é sexto na marcha

O Brasil não está fazendo um Mundial brilhante. Mas existem sempre exceções. Neste domingo, essa exceção verde-amarela foi Caio Bonfim. O marchador que, para treinar, encara diariamente ofensas homofóbicas, terminou em sexto lugar nos 20km da marcha atlética – igualando o resultado de Sérgio Galdino no Mundial de 1993. Foi sua melhor prova do ano, com 1h20min44, superando, inclusive, a performance que valeu a medalha de bronze no Pan de Toronto. O vencedor foi o espanhol Angel López.

“Quem fica entre os oito melhores em um Mundial pode lutar por uma medalha. Eu estou entre os seis, então acho que posso sonhar com um pódio em 2016”, disse o marchador brasiliense, ao SportTV.

Rosângela Santos vence bateria nos 100m

Para completar, pela primeira vez em Pequim um brasileiro venceu uma prova. Foi apenas uma bateria, na fase eliminatória, mas Rosângela Santos cruzou a linha de chegada dos 100m em primeiro lugar, vencendo, inclusive, uma norte-americana (English Gardner). O tempo (11s14) não foi tão rápido, apenas o 14º entre as classificadas. A melhor foi Tori Bowie, dos EUA, com 10s88.

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Post source : uol

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