terça-feira, 15 de outubro de 2019

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Cianorte controla o Coritiba, vence e fica mais perto de final inédita

Cianorte controla o Coritiba, vence e fica mais perto de final inédita
Crédito da foto Para Tiago Real lamentou atuação do Coxa: "Sabíamos das características deles, mas mesmo assim não conseguimos jogar. Vamos ter que melhorar muito, fomos muito abaixo" (foto: Divulgação/ Coritiba)
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Um deserto de ideias. Esse foi o Coritiba que entrou em campo no domingo (16/04) sonhando com uma vaga na final do Campeonato Paranaense. Jogando fora de casa contra um Cianorte extremamente organizado, o time da Capital não conseguiu criar praticamente nada e acabou derrotado por 1 a 0, gol marcado por Eduardinho aos 31 do primeiro tempo.

A partida de volta será no próximo domingo, no Couto Pereira. Para conseguir se classificar para a final, o Coxa terá de conseguir vencer por dois gols ou mais. Vitória por um gol de vantagem leva a partida para os pênaltis, enquanto qualquer outro placar coloca o Leão do Vale numa inédita final do estadual.

FREGUÊS?

Até o ano passado, o Cianorte poderia ser considerado um verdadeiro freguês do Coritiba. Em 17 jogos, o Coxa havia somado 10 vitórias e seis empates. O único triunfo do Leão do Vale havia sido em 2007. Mas eis que o time do interior resolveu que queria ser gente grande: na primeira fase do Estadual, derrotou o time da Capital em casa por 1 a 0. Hoje aprontou novamente, ampliando a sequência invicta como mandante: está invicto em casa, por competições oficiais, há 19 meses, desde agosto de 2015, quando perdeu por 1 a 0 para o time B do Paraná Clube, pela Copa Paraná. Desde então, foram oito vitórias e oito empates do Leão do Vale no Albino Turbay.

ESCALAÇÃO

Para o duelo no noroeste do Paraná, o técnico Pachequinho teve de lidar com uma série de desfalques. Além do atacante Kléber, artilheiro do Estadual com nove gols e que estava suspenso por cartões amarelos, outros cinco jogadores estão no departamento médico: o lateral-direito Rodrigo Ramos, o zagueiro Juninho e os meio-campistas João Paulo e Galdezani. Por outro lado, dois atletas voltaram ao time após algum tempo afastados: o zagueiro Werley e o atacante Henrique Almeida.

PRIMEIRO TEMPO

Como era de se esperar, o Coritiba buscou adotar uma postura mais ofensiva, tentando fazer valer sua maior qualidade técnica para controlar a partida. O Cianorte, por sua vez, apresentava a costumeira organização tática, bem postado defensivamente e perigoso nos contra-ataques. E quem acabou levando a melhor foram os donos da casa.

Embora tivesse mais a bola, o Coxa não tinha criatividade e insistia demais nas bolas longas desde a defesa, facilitando o trabalho da defesa adversária. No setor defensivo, Edinho era o destaque negativo, com grandes dificuldades para segurar a pressão no duelo individual. Foi em cima dele, inclusive, que saiu a jogada que resultou no gol de Eduardinho, aos 31 minutos.

Na saída para o intervalo, alguns tentaram culpar o gramado do Estádio Albino Turbay, casos de Edinho e Alan Santos. “Jogo de pegada, campo ruim”, reclamou o primeiro. “O campo está muito lento para trocar passes porque nosso time é técnico”, justificou Alan Santos. Já Wilson foi mais incisivo e preferiu fazer um mea culpa: “A equipe deles entrou em campo para jogar uma decisão e a nossa está um pouco abaixo”, admitiu.

SEGUNDO TEMPO

Na volta para o segundo tempo, as duas equipes voltaram com as mesmas formações, e o desenho do jogo foi praticamente o mesmo, com o Cianorte sem dar espaços no setor defensivo ao pouco criativo Coritiba. Para tentar mudar a situação, Pachequinho, aos 20 minutos, sacou Tiago Real para a entrada de Daniel. Depois, ainda colocou o colombiano Filigrana no lugar de Iago Dias.

Mudavam as peças, mas o desenho tático era mantido – só no fim Pachequinho mexeu, com a entrada de Léo San tos na vaga de Alan Santos. O Cianorte permanecia superior em campo, tanto que o Coxa chegou uma única vez durante toda a segunda etapa, em cobrança de falta de Iago Dias. O Leão do Vale, por sua vez, teve duas boas oportunidades para ampliar o placar com Breno e Eduardinho, mas acabou parando no goleiro Wilson.

CIANORTE 1 x 0 CORITIBA
Cianorte: João Gabriel; Jackson (Gerônimo), Breno, Maurício e Davi Luis; Jovany, Eduardinho, Léo Gago e Xavier (Max); Vinícius e Lucas Pará (Ganzer). Técnico: Marcelo Caranhato
Coritiba: Wilson; Dodô, Walisson Maia, Werley, William Matheus; Edinho, Alan Santos (Léo Santos), Anderson, Tiago Real (Daniel); Iago (Filigrana) e Henrique Almeida. Técnico: Pachequinho
Gols: Eduardinho (31-1º)
Cartões amarelos: Alan Santos, Anderson, Wallison Maia (COR), Vinícius, Xavier (CIA)
Árbitro: Edivaldo Elias da Silva
Público: 2.093 pagantes
Renda: R$ 47.400,00
Local: Albino Turbay, em Cianorte, domingo às 16 horas

PRINCIPAIS LANCES

Primeiro Tempo

12 – Xavier sofre falta de Edinho na entrada da área. Na cobrança, Maurício bate direto para o gol, rasteiro e forte. Wilson espalma.

13 – Cobrança de escanteio, Maurício recebe na entrada da área e atenda mais uma vez contra a meta de Wilson, que faz mais uma boa defesa.

28 – Bola na área do Coxa, William Matheus tenta cruzar e fura. Jackson aparece em boa condição, mas chuta para fora.

29 – William Matheus briga, evita a saída da bola pela linha de fundo e aplica um belo drible em Jackson. Ele cruza para o meio da área, mas ninguém aparece para completar.

31 – GOL DO CIANORTE! Vinicius ganha de Edinho na lateral esquerda, entra livre na área e cruza para Eduardinho, de primeira, estufar as redes.

Segundo tempo

10 – Cobrança de falta de longe. Iago Dias arrisca o chute para o gol e leva perigo. João Gabriel espalma e manda para escanteio.

21 – Breno rouba a bola perto da área e, livre, arrisca o chute cruzado. Wilson pula no ângulo para salvar o Coxa.

29 – Contra-ataque do Cianorte. Eduardinho recebe da direita, ajeita e chuta. Wilson, de novo ele, espalma.

47 – Ganzer passa por dois marcadores, com direito ao drible da vaca em cima de Wallison Maia, e bate cruzado. A bola vai para fora.

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Fonte do post: Rodolfo Luis Kowalski

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