terça-feira, 19 de junho de 2018

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Paraná Clube é o que menos aproveita a base, mas o que mais revela

Paraná Clube é o que menos aproveita a base, mas o que mais revela
Crédito da foto Para Leandro Vilela, de 22 anos, somou 25 partidas na Segundona. (foto: Geraldo Bubniak)
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O Paraná é, entre o Trio de Ferro, o clube que menos utilizou jogadores da base no Campeonato Brasileiro de 2017. Ao longo da campanha que garantiu o retorno do clube à Série A, apenas cinco pratas da casa chegaram a entrar em campo. O número é quase um terço do Atlético-PR, que deu oportunidades a 13 de suas crias, enquanto no Coritiba, que acabou o ano rebaixado à Série B, colocou em campo nove de seus jovens.
No time da Vila Capanema, quem teve mais tempo de jogo foi o volante Leandro Vilela, de 22 anos, que somou 25 partidas na Segundona. O também volante Jhony, 20 anos, e o meia Vitor Feijão, 21, somaram 13 partidas cada, ao passo que o goleiro Marcos, aos 41 anos e em sua última temporada como jogador profissional, atuou em duas partidas. Por fim, quem teve menos tempo em campo foi o atacante Jhony Lucas, de 17 anos, que atuou por apenas 10 minutos na vitória por 3 a 0 diante do Náutico, em casa.
Por outro lado, o Paraná foi, ao lado do Furacão, o time do estado que mais revelou jogadores para outros clubes da Série A. Foram oito atletas revelados na Vila Capanema disputando a competição, com nomes de destaque como Thiago Neves (Cruzeiro), Éverton (Flamengo) e Jean (Vasco). Já da Arena da Baixada, nomes como Jadson (Corinthians), Manoel (Cruzeiro), Rhodolfo (Flamengo) e Marcos Guilherme (São Paulo). Já o Coxa tinha 5 jogadores de sua base em outras equipes, com especial destaque para Zé Rafael (Bahia), Henrique (Fluminense) e Willian Farias (Vitória).
Além de revelar bastane para outras equipes, o Atlético-PR também foi o quinto clube de Série A que mais utilizou pratas da casa, atrás apenas de Vasco (16), Fluminense (15), Atlético-MG (14) e Grêmio (14). Chama a atenção, ainda, a importância desses atletas dentro do elenco, uma vez que dos 11 jogadores que mais atuaram pelo time na competição, quatro são da base: Sidcley (31 jogos), que só jogou menos do que o goleiro Weverton (33) no Brasileirão; o volante Matheus Rossetto (29), terceiro com mais jogos; e os atacantes Pablo (21) e Douglas Coutinho (23).
Por fim, o Coritiba, que novamente brigou contra o descenso – desta vez, contudo, não escapou. Ao longo da trágica campanha, nove pratas da casa entraram em campo. Diferentemente do Furacão, porém, foram poucos os que tiveram maiores oportunidades. Dos 11 atletas que mais jogaram, apenas um era da base – o meia Tiago Real, que retornou ao Alto da Glória neste ano e já confirmou que em 2018 defenderá a Ponte Preta.
Depois dele, quem aparece na lista é o lateral-direito Dodô, com 18 jogos, outro prata da casa que está de saída. O zagueiro Wallison Maia atuou em 10 partidas e o meia Yan Sasse em oito, enquanto os zagueiros Romércio e Thalisson Kelven, o lateral-direito Rodrigo Ramos, o volante Vitor Carvalho e o atacante Keirrison não chegaram a disputar nem cinco partidas.

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Fonte do post: Rodolfo Luis Kowalski

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