Tuesday, 1 de December de 2020

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São Paulo oscila e goleia; Vasco lamenta falta de inspiração do Riascos

São Paulo oscila e goleia; Vasco lamenta falta de inspiração do Riascos
Photo Credit To lance net
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De Vitor Birner

Vasco 0×4 São Paulo

O São Paulo teve a iniciativa de jogar e o Vasco, por razões lógicas e técnicas, ficou atrás esperando a oportunidade em contra-ataques e cruzamentos.

Com Alexandre Pato inspirado, as ideias e improvisos de Juan Carlos Osório renderam dois gols e o desmoronamento do que o treinador vascaíno imaginou.

A necessidade de o time Celso Roth ser mais ofensivo, inclusive no posicionamento do sistema de marcação. Não fez gols por causa das falhas na finalizações.

Riascos foi o pior nesse fundamento.

O São Paulo oscilou, em especial na parte defensiva, mas quando teve a bola e os jogadores se entenderam, mostrou força ofensiva por causa da velocidade, jogo em ‘na vertical’, deslocamentos que confundiram os adversários.

Os melhores momentos são-paulinos aconteceram, não por coincidência, quando a marcação no ataque e a saída de jogo da defesa que o treinador pretende que sejam constantes.

Isento

Celso Roth não merece ser responsabilizado pela goleada sofrida pelo Vasco da Gama, apesar de o andamento do jogo ter mostrado que a estratégia pensada com lógica na prática isso ter sido um dos principais geradores do placar com ampla margem de gols favorável ao São Paulo.

O time de Juan Carlos Osório perdeu de Palmeiras e Atlético PR porque foi à frente, somou contra-ataques, e nas cobranças de faltas e escanteios foi mal na marcação.

O treinador vascaíno imaginou um sistema defensivo consistente ao ao colocar Guiñazu e Serginho, volantes de características defensivas, e Lucas, que prioriza a marcação mas pode de sair um pouco para o jogo, somados à velocidade em frente a eles com Riascos e Gilberto e o estreante Andrezinho na meia perto dos atacantes.

Um ou dois deles, de acordo com qual (is) lateral (is) do adversário participassem do sistema de criação.

Improviso e vareio

Juan Carlos não posicionou nenhum centroavante de fato.

Centurión fez a função do chamado ‘falso’ atleta da posição na frente do trio formado por Michel Bastos na direita, Pato do outro lado e Ganso centralizado.

Wesley, parceiro de Rodrigo Caio na função de volante, muitas vezes se avançou, o que o fez o 4-1-4-1, esquema tático que o treinador tentar implementar, funcionar.

A equipe, por não conseguir se impor, formou o 4-2-3-1 ou as duas linhas de quatro porque em vários momentos de jogos doutras rodadas porque vinha se perdendo taticamente.

Os atletas ainda não conseguem executar o que o técnico moderno, que pensa o futebol de maneira pouco comodista e muito inteligente, pretende.

Diante do Vasco oscilaram na parte coletiva, mas em alguns momentos o sistema ofensivo foi harmônico e forte.

O atleta que em tese seria o centroavante, pediu para jogar aberto e justificou no início do jogo a solicitação. e atendeu o pedido de Pato o escalou para jogar aberto.

Pato se deslocou para chamar o jogo, aproximou da bola, acertou dribles, cruzamento e foi importante nos dois gols que desmontaram a proposta de jogo vascaína.

No primeiro, Centurión tomou a bola, na área, numa falha do Rodrigo, e tocou para o ele fazer 1×0 após errar o passe antes da bobeira do zagueiro.

No outro, cruzou na medida para Michel Bastos, de cabeça, fazer 2×0.

Forçado e melhor

O São Paulo permaneceu no entorno da área vascaína com a bola em buscas de brechas.

Celso Roth, por causa da necessidade. trocou a marcação a partir da linha do meio de campo pela na saída de jogo, adiantada, tal qual o time que venceu fez desde o minuto inicial.

E tirou Lucas para Rafael Silva entrar e o time formar com Guiñazu e Serginho como volantes, mais uma linha de três e Gilberto na frente dela.

Assim, alterou o andamento totalmente desfavorável.

Treinador tem razão ao tentar

Juan Carlos Osório quer que o time jogue com a bola na grama.

O São Paulo não fez isso a contento.

A participação do goleiro é importante nisso e Rogério Ceni errou alguns lançamentos.

Em um deles, teve que fazer intervenção no chute de Andrezinho.

Outro caminho

A marcação adiantada forçou os lançamentos longos que, se não fossem opção para iniciar o contra-ataque, facilitaram ao Vasco retomar a bola.

E ao fazê-lo, percebeu que o sistema de marcação que tinha de superar era vulnerável.

Rafael Silva finalizou na área após o time trocar passes na meia-lua da área.

Apesar do resultado ruim, Celso Roth percebeu outro jeito de tentar fazer gols.

De novo no início

O São Paulo retornou do intervalo com futebol mais parecido com o do início.

Pato sofreu pênalti de Rodrigo e Leandro Vuaden, bem posicionado, não achou que houve a infração.

Logo depois, Thiago Mendes, que atuou na lateral, tomou a  bola no campo de ataque, tocou para Centurión,  que pedalou e chutou; o goleiro Charles conseguiu evitar o gol e no rebote Wesley comemorou.

O acerto e o Riascos

Celso Roth colocou Thalles no lugar de Gilberto desde  o início do segundo tempo.

Após sofrer o gol, no Vasco, marcando na frente, de novo cresceu.

E dessa vez de maneira mais contundente.

O time criou quatro grandes oportunidades de gol.

Riascos perdeu três, todas em passes perfeitos nas costas dos zagueiros e laterais, pois Juan Carlos Osório mandou o São Paulo manter a marcação no ataque, todas em frente ao Rogério Ceni.

O treinador, ao notar que a ansiedade do equatoriano por causa dos gols perdidos, colocou o Éder Luis.

Mexidas

O colombiano mandara Matheus Reis, aos 7, para o jogo no lugar de Reinaldo, pois precisa dar rodagem ao atleta jovem e placar era confortável, e, aos 14, pôs Boschilia no de Ganso.

Pouco depois, porque precisou aumentar a pegada no meio de campo, optou por Hudson no lugar de Pato.

Celso Roth, provavelmente irritado com a má qualidade das finalizações, deve ter ficado mais incomodado quando o lateral Madson driblou Matheus Reis com facilidade e rolou para Andrezinho, livre, entre a marca do pênalti e a entrada da pequena área, chutar e Rafael Toloi, em cima da linha, evitar o gol.

Nenhum torcedor do Vasco pode afirmar que o time, taticamente, foi mal.

A questão foi técnica, individual, de execução das jogas e de falta de sorte.

O último gol

Nos acréscimos, Hudson iniciou a jogada, Centurion finalizou de frente para Charles, o goleiro fechou ângulo e Boschilia, no rebote, garantiu a goleada.

Ficha do jogo 

Vasco – Charles; Madson, Rodrigo, Anderson Salles e Julio César; Guiñazu, Serginho, Lucas (Rafael Silva) e Andrezinho; Riascos (Eder Luis) e Gilberto (Thalles)
Técnico: Celso Roth

São Paulo – Rogério Ceni; Thiago Mendes, Rafael Toloi, Lucão e Reinaldo (Matheus); Rodrigo Caio; Michel Bastos, Wesley, Ganso (Boschilia) e Alexandre Pato (Hudson); Centurión
Técnico: Juan Carlos Osório

Árbitro: Leandro Pedro Vuaden – Auxiliares: José Javel Silveira e Eduardo Gonçalves da Cruz

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Post source : Vitor Birner

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