sábado, 20 de Abril de 2019

Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90

Em cinco anos, 80 LGBTs foram assassinados no Paraná

Em cinco anos, 80 LGBTs foram assassinados no Paraná
Crédito da foto Para Mães pela Diversidade realizaram protesto ontem em Curitiba (Foto: Franklin de Freitas
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125

A cada dia, a vida de um homossexual é ceifada no Brasil. Segundo dados do Grupo Gay da Bahia (GGB), que mantém o site Homofobia Mata, entre os anos de 2014 e 2018 foram registrados 1.856 assassinatos de LGBTs no país, sendo que 80 dessas ocorrências foram registradas no Paraná.

Nesta quarta-feira (13), inclusive, o Supremo Tribunal Federal (STF) começou o julgamento de uma ação que pode criminalizar a homofobia, que é caracterizada pelo preconceito contra o público LGBT. O processo tramita na Corte desde 2013 e definirá se o Supremo pode criar regras temporárias para punir agressores do público LGBT, devido à falta de aprovação da matéria no Congresso Nacional.

Para o antropólogo Luiz Mott, fundador do GGB, entidade que fará sustentação oral durante o julgamento no STF, a criminalização da homofobia e da transfobia seria uma medida importante para garntir o combate à impunidade no crime contra homossexuais. Além disso, ele também aponta como necessária a educação sexual e de gênero “para ensinar aos jovens e à população em geral o respeito aos direitos humanos e cidadania dos LGBT”, entre outras medidas.

Já o advogado Eduardo Michels, autor da pesquisa e sistematização da hemeroteca digital do site Homofobia Mata, destaca que 99% dos ‘homocídios’ têm como agravante a homofobia individual (quando o assassino tem mal resolvida a sua própria sexualidade e quer lavar com o sangue seu desejo reprimido), a homofobia cultural ou a homofobia institucional (quando os governos não dão a devida atenção à questão LGBT).

Grupo de mães faz manifestação em Curitiba
O grupo Mães pela Diversidade (que, como o nome indica, une mães de LGBTs pelo Brasil, lutando contra a homotransfobia e pelos direitos civis da população LGBT) realizou na tarde de ontem uma manifestação na Boca Maldita, na região central de Curitioba, apoiando a criminalização da homofobia.

Em conversa com a imprensa, a professora Marise Felix, mãe de um jovem transexual, deu a dica aos pais que descobrem que seus filhos são homossexuais. “Pros pais e pras mães que descobrem que tem um filho LGBT em casa: não perca a cabeça. Lembra que esse filho ou essa filha continua sendo o seu filho ou sua filha, continua sendo aquela pessoa que você geriu, que você pariu, que você educou, que você criou. O caráter daquela pessoa ainda está lá e ele ainda te ama do mesmo jeito que ele amava antes”.

Entenda o julgamento no STF
A ação em julgamento no STF que pode criminalizar a homofobia no Brasil foi protocolada em 2013 pelo PPS, que pediu a inclusão da minoria LGBT no conceito de ‘raça social’. Dessa forma, os agressores de homossexuais seriam punidos na forma do crime de racismo, cuja conduta é inafiançável e imprescritível, com penas que variam de um a cinco anos de reclusão, conforme a conduta.

A ação direta de insconstitucionalidade por omissão (ADO) nº 26 está sob a relatoria do ministro Celso de Mello. No julgamento, os ministros do STF devem definir se a Corte pode criar regras temporárias para punir agressores de LGBTs, devido à falta de aprovação da matéria no Congresso Nacional (hoje, o crime de homofobia não está tipificado na legislação penal brasileira).

Vítima de homofobia critica a impunidade
Há quase dois anos, no dia 13 de abril de 2017, o casal João Pedro Schonarth e Bruno Banzato se tornaram vítimas do ódio. Casados há nove anos, eles estavam de mudança para uma casa no Água Verde e haviam iniciado o processo de adoção de uma criança quando viraram alvo de homofóbicos que espalharam pela vizinhança panfletos apócrifos, os quais atacavam o casal por conta de sua opção sexual. Ontem, João, que é jornalista, se manifestou por meio de sua rede social sobre o julgamento no STF. E contou que o suspeito pelos ataques contra ele e seu marido deve ficar impune. “Sabe por qual crime o suspeito foi enquadrado? Injúria. A pena: não haverá, será no máximo um pedido de desculpas, porque injúria é um crime de menor potencial ofensivo — isso se um dia for julgado. Sabe por que a pena não é maior? Porque não existe o crime de homofobia no Brasil, até hoje. Se houvesse crime de homofobia há dois anos, o suspeito poderia pegar até cinco anos de cadeia”, relatou João.

Pessoas LGBT mortas

No Brasil
2018 420
2017 445
2016 343
2015 319
2014 329
TOTAL 1.856
No Paraná
2018 23
2017 23
2016 15
2015 8
2014 11
TOTAL 80
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125

Fonte do post: Rodolfo Luis Kowalski

Notícias Relacionadas

Comentar: Em cinco anos, 80 LGBTs foram assassinados no Paraná

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

WhatsApp 596