terça-feira, 15 de junho de 2021

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Greve dos caminhoneiros nesta quarta? Líderes têm opiniões diferentes sobre paralisação

Greve dos caminhoneiros nesta quarta? Líderes têm opiniões diferentes sobre paralisação
Crédito da foto Para Em 2018, paralisação reuniu milhares de caminhoneiros (Arquivo PRF)
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Diante da mobilização iniciada nas redes sociais, ainda não é possível afirmar se uma greve de caminhoneiros realmente vai começar nesta quarta-feira (4). A paralisação não é consenso nem entre os líderes da categoria. A Banda B consultou, por exemplo, o Sindicato dos Transportadores Autônomos de Cargas de São José dos Pinhais (Sinditac SJP), na região metropolitana de Curitiba, e a liderança dos caminhoneiros autônomos. Entre as duas lideranças, a posição é divergente.

De acordo com o presidente do Sinditac SJP, Plínio Dias, a greve será como a de 2018. “A adesão está sendo muito ampla e a nível nacional. Já temos informações de bloqueios espontâneos e a expectativa é de que o movimento ganhe corpo. Vamos tentar conscientizar para que os caminhões entrem nos postos e deixem os demais veículos circularem”, disse.

 Por sua vez, o caminhoneiro autônomo Wanderlei Alves, que é mais conhecido como Dedeco, o governo tem mantido as portas abertas para a negociação, então uma greve no momento não tem sentido. “Tem gente que diz que a paralisação deveria acontecer para pressionar o Supremo Tribunal Federal (STF), mas se a votação foi adiada, por qual motivo vamos parar. Eu não consigo entender o pedido de paralisação”, comentou.

A votação no STF a que Dedeco se refere é a que trata sobre a validade da tabela de fretes. Marcado inicialmente para acontecer nesta quarta, 4 de setembro, o julgamento foi adiado e não tem mais data para acontecer. O relator do caso no Supremo, ministro Luiz Fux, atendeu a um pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) e pediu a retirada de pauta do tema. Ações apresentadas ao Supremo contestam a lei do governo Michel Temer que instituiu a tabela com preços mínimos para o frete rodoviário.

Para Dedeco, com a tabela em vigor até a votação no STF, não há motivos para greve. “Sabemos que algumas empresas não pagam o valor, mas pelo menos a lei está em vigor. Estou avaliando que a paralisação será pontual e sem força”, afirmou.

Segundo Dias, os caminhoneiros estão se mobilizando em várias cidades e rodovias do Paraná para dar início à paralisação. “Ponta Grossa, Chopinzinho, Mangueirinha, Coronel Vivida, Londrina, todas as cidades que teremos paralisação”, concluiu.

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Fonte do post: Felipe Ribeiro e Luiz Henrique de Oliveira

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