quarta-feira, 1 de Abril de 2020

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Natural de Carlópolis, Japonês da Federal conta vida e bastidores da Lava Jato

Natural de Carlópolis, Japonês da Federal conta vida e bastidores da Lava Jato
Crédito da foto Para Newton Ishii, o 'japonês da Federal'. REPRODUÇÃO
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Escrito pelo jornalista Luís Humberto Carrijo, o livro é dividido entre a biografia do ex-agente e sua atuação na carceragem da PF

“Ai meu Deus, me dei mal, bateu na minha porta o Japonês da Federal”. A marchinha em homenagem ao agente Newton Ishii foi o sucesso no Carnaval de 2015. Ápice da Operação Lava-Jato, o policial federal teve direito a máscara carnavalesca e boneco nas ladeiras de Olinda. Porém o que muitos desconhecem é a trajetória árdua do nissei oriundo de Carlópolis, no Paraná. Com depoimentos de Marcelo Odebrecht, Alberto Youssef, Renato Duque, Adir Assad e outros, O Carcereiro, o Japonês da Federal e os presos da Lava Jato (Editora Rocco, 270 páginas, R$ 34,90) o livro escrito pelo jornalista Luís Humberto Carrijo vai além da biografia de Newton e adentra no bastidores dos encarcerados na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.

Aposentado desde fevereiro deste ano, ele revela que seu sonho não era a Polícia Federal, mas sim piloto comercial. As dificuldade na época, no entanto, e a influência do sogro, mudaram o curso de sua escolha. Em janeiro de 1975 prestou o concurso para a Academia Nacional da Polícia Federal, sendo admitido na primeira tentativa. No ano seguinte, o paranaense serviria em Guairá, oeste do estado. “Naquela época era terrível, sabe?”, cita o agente ao recordar a monotonia da cidade. Porém, em pouco tempo, ele demonstrou tato para a profissão e aos 21 anos assumiu o comando da delegacia situada na fronteira com Paraguai. “Imagine, recém ingressado na PF e já sentado atrás de uma mesa recebendo advogados, prefeito, juiz… Poxa, tudo aquilo era muita novidade”, recorda em depoimento.

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Fonte do post: Vinícius Sales / jconline.ne10.uol.com.br

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