sexta-feira, 7 de agosto de 2020

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Operação mira quadrilha suspeita de desviar mais de R$ 1 milhão invadindo contas bancárias no país

Operação mira quadrilha suspeita de desviar mais de R$ 1 milhão invadindo contas bancárias no país
Crédito da foto Para (Foto: Polícia Civil)
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Uma sofisticada e estruturada quadrilha de cibercriminosos suspeita de invadir contas bancárias e desviar recursos é alvo de uma operação deflagrada, nesta quinta-feira (24), pela Polícia Civil do Paraná, em quatro estados do Brasil.

Cerca de 80 policiais participam desde a madrugada da “Operação Token”, deflagrada pelo Nuciber (Núcleo de Combate aos Ciber Crimes) com o objetivo de cumprir 25 mandados judiciais, sendo 12 de prisão e 13 de busca e apreensão. A ação policial acontece no Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina.

A organização criminosa é investigada há mais de dois anos e a suspeita é que ela tenha desviado mais de R$ 1 milhão das contas das vítimas. Estes recursos, ainda de acordo com a investigação, teriam servido para diversas finalidades, desde pagamento de contas até a compra de veículos e imóveis de luxo. Um dos mandados está sendo cumprido em uma cobertura de 480 metros quadrados na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, avaliada em mais de R$ 8 milhões.

De acordo com a investigação do Nuciber, a quadrilha obtinha de forma fraudulenta os dados bancários dos clientes para realizar as transferências da conta corrente das vítimas. “Existem indícios de que esta quadrilha tenha ramificação de hackers de países do Leste Europeu, que teriam a função de criar softwares para aprimorar a ação dos criminosos e tentar ludibriar as autoridades brasileiras”, explicou o delegado Demétrius Gonzaga de Oliveira, que coordena a Operação Token.

Participam da ação policiais do Nuciber, do COPE (Centro de Operações Policiais Especiais), da Divisão de Combate à Corrupção (DCCO) e do Nucria (Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes). A operação conta ainda com o apoio de policiais civis da CORE (Coordenadoria de Recursos Especiais), da DRCI (Delegacia de Repressão a Crimes Informáticos), do Rio de Janeiro, e ainda da Polícia Civil de São Paulo, através da Decade (Departamento de Capturas e Delegacias Especializadas) e de Santa Catarina.

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Fonte do post: Polícia Civil

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