terça-feira, 15 de junho de 2021

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Paciente agoniza há mais de quatro meses esperando por cirurgia

Paciente agoniza há mais de quatro meses esperando por cirurgia
Crédito da foto Para Rinaldo Barbosa Silva corre o risco de perder a perna se não receber um atendimento especializado (Antônio de Picolli)
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Uma história de descaso vergonhoso envolvendo mais uma vez a Secretaria de Saúde do município de Santo Antônio da Platina põe em risco a vida de um homem de 46 anos, pai de quatro filhos, que a cada dia se depara com a iminência de ter a perna esquerda amputada. Rinaldo Barbosa Silva, vigilante, se acidentou há pouco mais de quatro meses, quando chocou sua moto contra um carro, em ocorrência registrada nas esquinas das ruas Benedito Lúcio Machado e 13 de Maio.


Levado ao Pronto Socorro com fratura exposta, ele foi imediatamente encaminhado ao centro cirúrgico do Hospital Nossa Senhora da Saúde, onde foi operado por uma equipe médica da instituição. Após oito dias internado ele recebeu diagnóstico de que deveria ser transferido a um hospital para atendimento de maior complexidade, onde teria que passar por outras cirurgias para reconstituição do estrago causado no acidente.

Desde então, ele e sua família vivem o drama de alguém que se encontra perdido, abandonado pela instituição que deveria cuidar de sua saúde. Com alta hospitalar ele voltou para casa, sendo obrigado a fazer curativo diariamente no Pronto Socorro. Com a reforma da unidade, a direção do órgão determinou que ele passasse a ser atendido na Unidade Básica de Saúde (UBS) do Bairro Vila Claro, próximo ao Jardim Santo André, onde reside.

Durante a semana Rinaldo Barbosa se deslocava para a UBS e, nos fins de semana recebia atendimento em casa. Porém, por determinação da Secretaria de Saúde, o atendimento domiciliar foi suspenso porque a enfermeira que prestava o serviço ganhava o direito de folga durante a semana e, por esta razão, o benefício foi cortado.

Segundo o vigilante, o médico da UBS, identificado como Odirlei Casanova, teria alertado que o paciente deveria ser removido imediatamente para um centro especializado a fim de receber atendimento de alta complexidade, apontando risco iminente de amputação do órgão.

Desesperado, ele conta que buscou socorro em um consultório médico de Jacarezinho, onde pagou consulta particular, recebendo o mesmo diagnóstico. Retornando a Santo Antônio da Platina conseguiu a liberação de uma ambulância para transportá-lo à Curitiba, mas a viagem teve que ser interrompida entre Quatiguá e Siqueira Campos porque o paciente não suportou as dores.

Durante esse tempo, Silva vive situação desesperadora. Dorme em média, três horas por dia. Nesse período, em virtude da infecção, teve graves problemas pulmonares que quase o levaram a morte. O sofrimento do vigilante está impactando psicologicamente toda a família. Durante sua entrevista, uma de suas filhas, adolescente, chorou o tempo todo.

Na tarde desta terça-feira (28), a esposa do vigilante, Edilma Honorato da Silva esteve no centro Social à procura de informações sobre o encaminhamento do paciente para Curitiba, mas a resposta, mais uma vez, foi lacônica: não há previsão!

A reportagem procurou a 19ª Regional de Saúde de Jacarezinho, mas a resposta do diretor do órgão, Ronaldo Trevisan é de que existe um procedimento administrativo para remoção do paciente para Curitiba, mas o pedido não é emergencial. Segundo ele, a Secretaria Estadual de Saúde (SESA) não tem o que fazer. Depende da atuação de um médico do Município que deve pedir o encaminhamento, definindo tratar-se de um caso de urgência e emergência. “Dependendo do que o médico indicar é possível solicitar a remoção aérea, mas sem a indicação médica não temos o que fazer”, assinalou.

Procurada pela reportagem no início da noite, a secretária Ana Cristina Micó não foi encontrada. Seu celular tocou até cair a ligação. A reportagem também tentou falar com a diretora de Saúde, Gislaine Galvão, mas seu telefone encontrava-se fora de área.

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Fonte do post: tanosite

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