Monday, 30 de November de 2020

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Piloto paranaense preso no Peru está há uma semana na solitária, diz advogado

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piloto curitibano Asteclínio da Silva Ramos, de 28 anos, foi transferido da prisão de Satipo, no Peru, para a solitária de um presídio em Lima, na capital do país. A informação foi divulgada pelo advogado do rapaz, Rodrigo Faucz, na segunda-feira (20).

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Asteclínio está preso no Peru desde o dia 14 de maio. (Foto: Reprodução/Facebook)

Segundo ele, Asteclínio está há uma semana preso na solitária, sem nenhum tipo de atendimento médico. O estado de saúde do piloto é grave, devido a um projétil que ele tem alojado próximo à coluna. “Nós entendemos essa atitude do governo peruano como um tipo de retaliação, porque os familiares pediram a transferência dele para um hospital. Desde o começo deixamos claro que, se não fosse para ele ser levado a uma unidade de saúde, deveria ser mantido onde estava”, disse Faucz em entrevista à imprensa.

Asteclínio teve o avião que pilotava derrubado pelo exército do Peru no último dia 15 de abril, por suspeita de tráfico de drogas. Após ser hospitalizado, o piloto foi transferido para um presídio em Satipo, cerca de um mês depois da aeronave ser abatida. De acordo com o advogado, nenhum entorpecente foi encontrado dentro do avião.

“A família e os amigos estão bastante abalados e também indignados com o descaso com que o corpo diplomático brasileiro está lidando com a situação. Nós não vemos nenhum esforço por parte do nosso país de ajudar a tirar o Asteclínio do ‘calabouço’, como chamam a solitária em Lima”, completou o advogado.

No dia 11 de julho, familiares e amigos do piloto realizaram uma passeata em Curitiba para chamar a atenção das autoridades para o caso. Na ocasião do abatimento da aeronave, Asteclínio havia sido contratado na Bolívia pelo conhecido de um amigo para levar uma pessoa e buscar outra no Peru.

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Post source : Marina Sequinel

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