segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2019

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Baixo nível de represa põe em alerta lideranças da região

Baixo nível de represa põe em alerta lideranças da região
Crédito da foto Para Assessoria
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O reservatório da usina hidrelétrica de Chavantes, que fica na jusante dos rios Paranapanema e Itararé, está apresentado desde o final do ano passado com o menor nível das últimas décadas, isso numa época que não tem faltado chuvas. A redução drástica do nível do reservatório está comprometendo a atividade turística que beneficia principalmente os municípios de Ribeirão Claro, Carlópolis e Siqueira Campos, além de vários municípios do lado paulista.

Ele recebeu em seu gabinete Douglas Leonardo Souza (Comunicação), Natalia Flor (Responsabilidade Social) e Ivan Toyama (Patrimônio). Os funcionários da CTG explicaram que o reservatório opera em baixa devido a grande demanda de produção de energia elétrica e que as metas de produção são determinadas pelo ONS – Operador Nacional do Sistema Elétrico.

Dante da situação, Mário Pereira decidiu falar diretamente com o ONS informando que já iniciou as tratativas com o objetivo de marcar uma audiência com integrantes da instituição. O prefeito assinala que o nível da represa Chavantes, que banha municípios do Norte Pioneiro do Paraná e Sul de São Paulo, está prejudicando a economia dessas cidades. O reservatório opera em baixa nos últimos meses e tem sido alvo de mobilizações de prefeitos nos dois estados.

O prefeito Mario Pereira informou que se reunirá com a equipe do Operador Nacional do Sistema Elétrico para tratar do assunto. Em alta estação, os empreendimentos turísticos de Ribeirão Claro e dos municípios vizinhos têm enfrentado problemas, uma vez que o turismo é uma das principais fontes de renda da região e a represa é o atrativo natural que mais recebe turistas e visitantes. “Estou tentando uma audiência no ONS com urgência para tentar alternativas para minorar o problema”, finalizou.

Mobilização

Para debater o assunto outro encontro reunindo lideranças de vários municípios do Norte Pioneiro e Sudoeste Paulista, que aconteceu na última sexta-feira, 25, na Câmara Municipal de Fartura (SP) também abordou a questão envolvendo o baixo nível da água. O presidente da Câmara de Vereadores de Carlópolis, João Aparecido de Camargo, explicou ao término do encontro que ficou decidido que serão tomadas medidas conjuntas para reivindicar da empresa concessionária a implantação de um nível mínimo de água a ser respeitado. “Essa ação torna-se importante para evitar prejuízos a todos os municípios que são banhados pelo reservatório Chavantes, sendo que alguns deles exploram o turismo, como é o caso do Balneário da Alemoa, no município de Siqueira Campos, Ribeirão Claro, Timburí e outros”, assinala o vereador.

O prefeito de Siqueira Campos, Luiz Henrique Germano, não participou do encontro, mas apoia a iniciativa dos companheiros, afirmando que a decisão será importante para se manter um nível mínimo na represa que não prejudique os municípios que exploram o turismos as margens da Chavantes.

Turismo

Chavantes, um dos mais importantes aproveitamentos hidrelétricos do rio Paranapanema, com 414 MW de capacidade instalada, a usina completa 48 anos no dia 6 de fevereiro. Sob a gestão da CTG Brasil – a segunda maior geradora de energia privada do país – o empreendimento localizado entre Chavantes (SP) e Ribeirão Claro (PR) produz energia capaz de abastecer uma cidade com cerca de 700 mil habitantes.

A UHE Chavantes é resultado de um projeto cuja execução demandou 12 anos de trabalhos. Na fase inicial da construção foi denominada “Usina Itararé”, mas teve o nome alterado posteriormente para “Usina Xavantes”, até chegar à nova grafia, em 1990.

Além do desenvolvimento econômico e tecnológico, a instalação da usina Chavantes fomentou o turismo em municípios paranaenses e paulistas banhados pelo reservatório – um lago límpido de 419 quilômetros quadrados de área, com bordas que se estendem por 1.085 quilômetros.  Cidades como Piraju (SP), Ribeirão Claro, Carlópolis e Siqueira Campos (PR) aproveitam as belezas naturais e a boa qualidade da água para atrair banhistas às suas praias de água doce, praticantes de esportes náuticos e da pesca esportiva, oferecendo boas opções de lazer junto à natureza.

É justamente esta atividade que está sendo prejudicada pela decisão do Operador Nacional do Sistema Elétrico forçando as concessionárias de energia a aumentar a produção para atender a crescente demanda por eletricidade.

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Fonte do post: Tanosite com David Batista (Agência Criativa) e Diógenes Gonçalves

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