sexta-feira, 23 de agosto de 2019

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Cidade é a 1ª do país com controle biológico do mosquito da dengue

Cidade é a 1ª do país com controle biológico do mosquito da dengue
Crédito da foto Para Dr. Sérgio com os diretores da Forrest, Nitzan e Elaine Paldi - Divulgação
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O prefeito de Jacarezinho, Sérgio Faria (DEM), assinou nesta quarta-feira (31), contrato com a empresa de origem israelense Forrest Brasil Tecnologia, pelo qual o município amplia a área atendida pelo projeto de controle biológico do Aedes aegypti, que reduziu em 90% a infestação do mosquito, prevenindo uma epidemia de dengue, nos três bairros tratados experimentalmente.

Segundo o prefeito Sérgio Faria, o controle biológico realizado pela Forrest colaborou para uma grande transformação na cidade. “Os resultados do projeto piloto foram muito positivos, reduzindo a infestação do mosquito e amenizando o sofrimento da população com relação à dengue. O sucesso foi tão grande que tivemos a oportunidade de apresentar esses dados para o Ministério da Saúde. Esse é um contrato modesto, mas que garante a continuidade do trabalho da Forrest em Jacarezinho pelos próximos seis meses. Estamos organizando a questão orçamentária para que seja possível prorrogar esse trabalho no próximo ano”.

A diretora da empresa, Elaine Paldi, alerta para a importância da conscientização popular. “Sabemos que a maioria dos criadouros do mosquito Aedes aegypti está nas residências, por isso nosso trabalho alia tecnologia à educação. Ao concluir o projeto piloto, iniciamos uma nova etapa no município com essa licitação, que contemplará o bairro Vila São Pedro, uma área com cerca de dois mil moradores”.

O secretário municipal da Saúde, Marcelo Nascimento e Silva, destacou o pioneirismo e a eficácia do projeto, que contribuiu para a redução da infestação do mosquito vetor da dengue em um momento bastante delicado para o município, que figurava entre as cidades com maior infestação de Aedes aegypti no Paraná. “A assinatura desse contrato demonstra o interesse do poder público em manter um trabalho que vem contribuindo de forma significativa para a saúde da população.”

Primeira experiência

Há pouco mais de um ano, a multinacional Forrest Innovations, que no país atua como Forrest Brasil Tecnologia, em parceria com o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), instalou seu laboratório móvel no município e iniciou o monitoramento populacional do Aedes aegypti. Jacarezinho foi a primeira cidade do mundo a receber essa tecnologia. 

“Desenvolvemos uma técnica natural, que não envolve modificação genética. Os mosquitos machos estéreis são produzidos a partir de ovos coletados na região afetada. O processo de esterilização ocorre em duas fases de tratamento, no início do estágio larval e na pupa, de modo que, ao atingir o estágio de mosquito adulto, os machos serão estéreis. A criação massiva de machos estéreis para serem soltos na natureza resulta na redução de novos descendentes, diminuindo assim a proliferação desses mosquitos”, assinala a coordenadora do projeto, Lisiane de Castro Poncio.

A atuação da Forrest em Jacarezinho é considerada um caso de sucesso e os resultados já foram apresentados para outras cidades do Brasil. Recentemente a Forrest recebeu uma licença de operação emitida pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP), que permite à empresa atuar em outros municípios do estado. 

Números da dengue 

Até agora a dengue causou a morte de 443 pessoas no Brasil em 2019, um aumento de 233% em relação ao mesmo período do ano passado. Até 30 de junho, o país registrou quase 1,3 milhão de casos, o que significa que a doença cresceu 584% sobre o primeiro semestre de 2018. A alarmante disparada da dengue aparece nos dados do Ministério da Saúde e alerta para a urgência de medidas eficazes no combate ao mosquito Aedes aegypti, que também é transmissor de zika e chikungunya.

O Paraná registrou 22.946 casos confirmados de dengue em um ano, segundo o 44.º boletim epidemiológico da doença. O informe publicado pela Secretaria de Estado da Saúde consolida os dados monitorados entre 29 de julho de 2018 até 30 de julho deste ano. O ciclo registra 23 mortes por dengue no Estado. 

Sobre a Forrest Brasil 

A Forrest Brasil Tecnologia é uma empresa internacional de biotecnologia avançada desenvolvida em Israel, com foco no desenvolvimento de soluções para combater os mosquitos vetores de patógenos causadores de doenças de grande impacto para a saúde pública, tais como dengue, febre amarela urbana, chikungunya e zika.

A empresa utiliza a “Técnica do Inseto Estéril”, cujo princípio é realizar solturas massivas de versões estéreis de mosquitos machos, que irão promover, gradativamente, a redução da população de mosquitos locais, e consequentemente as doenças que transmitem.

O grande diferencial da Forrest é a utilização de uma plataforma ecológica baseada em três pilares:

(1) o mosquito Aedes aegypti macho estéril não é, e nem envolve o uso de organismos geneticamente modificados;

(2) os mosquitos machos estéreis são produzidos a partir da cepa selvagem de Aedes aegypti coletada na própria região a ser tratada, ou seja, não é introduzida uma cepa nova de mosquitos na cidade;

(3) o uso de laboratórios móveis, que garantem flexibilidade, rapidez, eficiência e logística necessárias para a produção em massa de mosquitos a serem liberados.

A Forrest Brasil pertence ao grupo internacional Forrest Innovations, que mantém sítios operacionais estabelecidos em três países: Israel, EUA e Brasil e é a única empresa no mundo com um método comprovado para prevenir a dengue. Mais informações no site http://www.forrestinnovations.com

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Fonte do post: Tribuna do Vale

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