quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

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Com 112 casos, Jacarezinho pode enfrentar nova epidemia de dengue

Com 112 casos, Jacarezinho pode enfrentar nova epidemia de dengue
Crédito da foto Para Saúde intensifica ações no município, que apresenta risco eminente de epidemia de dengue – Foto: Antônio de Picolli / Arquivo
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Jacarezinho tem 112 casos confirmados de dengue até à tarde desta sexta-feira (18), e outros 201suspeitos em análise. Os números revelam risco iminente de uma nova epidemia da doença no município. O cenário da doença em 2019 é alarmante e exigirá esforços conjuntos entre autoridades e população para não se agravar ainda mais.

Por ora a região mais afetada na cidade é a Vila São Pedro, que contabiliza 65 casos já confirmados. Não coincidentemente, a infestação da doença em Jacarezinho neste ano começou justamente por este bairro. “Praticamente toda a região registra alto índice de mosquitos, mas sem casos dengue. Aqui nós tivemos um caso importado de um casal que veio do Mato Grosso com a doença e a partir daí se alastrou pela cidade, começando pela Vila São Pedro”, explica o secretário de Saúde de Jacarezinho, Marcelo Nascimento e Silva.

“É uma situação preocupante e infelizmente caminha para a epidemia se a doença continuar se espalhando nesse ritmo. Temos tomado todas as atitudes ao nosso alcance. Temos feitos bloqueios nos focos e o uso da bomba costal, mas o governo diz que não tem mais veneno então não usamos o fumacê. De qualquer forma precisamos muito da ajuda da população. Seja com as calhas, até com recipientes de água e comida de cachorros, que podem se tornar focos do mosquito. A gente pede muito a colaboração da população e também orienta para o uso de repelentes”, observa.

CONTROLE BIOLÓGICO

Na falta do fumacê, uma possibilidade plausível e que se mostrou eficiente é o controle biológico do mosquito. Na terça-feira (17) um projeto piloto realizado em Jacarezinho mostrou resultados impressionantes. Desenvolvido no bairro Aeroporto, o experimento consiste em soltar grandes quantidades de mosquitos machos estéreis – lembrando que machos não transmitem doenças.

Como a fêmea só copula uma única vez durante a vida, se a cópula for com um macho estéril não haverá novos descendentes. Já em um processo sem intervenção biológica, uma fêmea pode gerar até dois mil novos mosquitos.

Os resultados mostraram diminuição de 90% de infestação no Aeroporto, que atualmente tem apenas três casos confirmados de dengue e existe a possibilidade de que tenham sido contraídos em outros bairros de Jacarezinho.

Para o secretário de Saúde, esta poderia ser uma forma de combate especialmente na Vila São Pedro. “A empresa que realizou o teste não tem liberação para soltar novos mosquitos. Então estamos tentando junto ao Ministério Público essa liberação para combater a proliferação da doença pelo menos na Vila São Pedro, onde a situação é mais grave”.

REGIÃO

Além de Jacarezinho, outros dois municípios do Norte Pioneiro seguem com risco de epidemia de dengue: Japira e Tomazina. A diferença é que essas duas cidades não apresentam circulação viral da doença, e o risco se dá pelo alto índice de infestação do Aedes aegypti.

De acordo com a secretaria de Saúde do Paraná, apenas Cambará e Santana do Itararé (e Jacarezinho, obviamente) apresentam casos confirmados de dengue entre os municípios abrangidos pela 19ª Regional de Saúde.

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Fonte do post: Lucas Aleixo Tribuna do Vale

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