sexta-feira, 24 de novembro de 2017

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Expedição documenta projetos ambientais na região

Expedição documenta projetos ambientais na região
Crédito da foto Para Assessoria Duke Energy
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A expedição “Rastreando o Rio Paranapanema” explora a região de Ribeirão Claro e Jacarezinho, nesta segunda e terça-feira (28 e 29). Iniciativa do piloto e ambientalista Lu Marini, a jornada partiu da nascente do Paranapanema, em Capão Bonito (SP), no dia 22 de março, e irá cobrir os 929 quilômetros de curso do rio para documentar, por terra e ar, as belezas naturais e colher histórias do ‘Panema’, contadas por moradores das comunidades ribeirinhas.
 
Com o patrocínio da Duke Energy, via Lei Rouanet, o projeto está registrando, também, importantes ações dos setores público e privado em prol da preservação do rio. Por isso, Marini visitou ontem (28) a piscicultura localizada na hidrelétrica Salto Grande – uma das oito sob a concessão da Duke Energy no Paranapanema – acompanhando o processo de reprodução de peixes para repovoamento. No local, são produzidos, anualmente, 1,5 milhão de alevinos que a companhia solta no Paranapanema, contribuindo para a reposição do estoque pesqueiro e manutenção da biodiversidade da Bacia.
 
Na usina Chavantes – um dos mais importantes aproveitamentos hidrelétricos do Paranapanema – Marini percorreu o reservatório, que tem capacidade de armazenar 9,4 bilhões de metros cúbicos de água e contribui para o controle de cheias, regularizando a vazão média do rio. Também conheceu programas socioambientais da Duke Energy, como o de revegetação, com mais de 11 milhões de mudas nativas plantadas na Bacia do Paranapanema e quase 3 milhões de mudas distribuídas a proprietários rurais, ajudando na recuperação da flora nativa em propriedades particulares.
 
“São surpreendentes as belezas da região. Percebi a preservação das matas por onde voei até agora e pude notar a importância da atuação de empresas como a Duke Energy, que se preocupam com o meio ambiente. Temos que retribuir à natureza o bem que ela nos faz”, comentou Lu Marini.
 
 DA NASCENTE À FOZ
Com 929 quilômetros de extensão – 330 deles fazendo a divisa natural entre os Estados de São Paulo e Paraná –, o Paranapanema é um grande rio de águas limpas, com expressivo valor natural, econômico e cultural para as comunidades ribeirinhas. A expedição exploratória, desde a nascente até a foz, está prevista para durar 15 dias.
 
Fotos, vídeos e relatos reunidos por Lu Marini ao longo do trajeto, resultarão em um documentário, um livro e uma cartilha. O material será lançado em agosto, mês do aniversário do Paranapanema, sendo que a cartilha tem como público-alvo alunos de ensino fundamental de cidades da Bacia do Paranapanema. A proposta é que seja utilizada, pelas escolas, na educação ambiental das crianças, aproximando ainda mais as novas gerações do rio Paranapanema.
 
A ENERGIA DO PARANAPANEMA
O avanço do parque energético nacional se deu com a importante contribuição do rio Paranapanema. Ao longo de seu curso, esse rio acidentado apresenta um desnível próximo de 600 metros. O uso de suas quedas para gerar energia elétrica teve início com a pequena usina Paranapanema, ainda em 1936. Porém, somente em 1958, com a inauguração da usina Salto Grande – a primeira construída pelo governo do Estado de São Paulo, num projeto arrojado, de repercussão nacional –, o Paranapanema confirmaria sua vocação de mover turbinas e alavancar o progresso. Hoje, suas águas alimentam 11 hidrelétricas – oito delas, sob a concessão da Duke Energy –, produzindo energia limpa e renovável para os brasileiros.
 

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Fonte do post: Assessoria Duke Energy

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