segunda-feira, 27 de Maio de 2019

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Nível de represas estrangula atividade turística no Paraná

Nível de represas estrangula atividade turística no Paraná
Crédito da foto Para Foto: Henrique Manreza/Arquivo
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Os últimos levantamentos recebidos sobre o nível do reservatório da represa de Chavantes, administrado pela concessionária CTG Brasil apontava que em 16%, estrangulando a atividade turística e comercial dos municípios paranaenses em seu entorno. A realidade não é diferente nos vizinhos paulistas, que fazem parte do projeto Angra Doce, criado pelos governos do Paraná e São Paulo para incentivar o turismo.

 Tudo isso ocorre porque o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) está forçando as concessionárias de energia a aumentar a produção para forçar a demanda de consumo no país. Por conta disso, as intensas chuvas das últimas semanas não estão sendo suficientes para recompor os níveis da represa.

O prefeito de Ribeirão Claro, Mário Augusto Pereira (PSC) tem sido uma das poucas lideranças da região a “por a boca no trombone”, promovendo e exigindo uma solução para o problema. Segundo ele, a atividade turística está minguando por a represa está inavegável, sem contar que investimentos milionários em bases turísticas estão sendo desestruturados. É justamente para tratar deste assunto que ele está em Brasília esta semana (veja box abaixo)

Negociação

Após abertura de sala de crise para tratar da queda no nível dos reservatórios administrados pela CTG Brasil, que incluem a represa Chavantes, a Agência Nacional de Águas (ANA) sugeriu a primeira medida para resolver o problema. Após reunião realizada no início deste mês, a CTG encaminhará documento para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) solicitando a baixa temporária da vazão para valores inferiores a 147 metros cúbicos por segundo.

O resultado esperado com a diminuição da vazão, ainda que temporária, é a elevação e estabilização do nível da represa Chavantes, Jurumirim e Capivara. A diminuição do nível dos reservatórios tem trazido vários transtornos para os municípios, em especial para o turismo, grande fonte de geração de renda.

O prefeito de Ribeirão Claro, Mario Augusto Pereira, comemorou a notícia e segue monitorando a situação até que uma solução definitiva aconteça. Ele integra o grupo de prefeitos das cidades de São Paulo e Paraná e tem articulado junto a parlamentares e órgãos competentes para encontrar uma forma de elevar o nível da represa Chavantes e interromper os problemas enfrentados pelos empreendimentos turísticos localizados nos municípios.

Prefeito debate problema

Mario Augusto Pereira iniciou sua viagem oficial a Brasília na reunião da Associação Nacional dos Municípios Sedes de Usinas Hidroelétricas e Alagados (AMUSUH), realizada nesta terça-feira (12) no auditório Freitas Nobre, no anexo 4, da Câmara dos Deputados. Na pauta do encontro, assuntos do interesse dos municípios com áreas alagadas, incluindo opções para elevar o nível da represa Chavantes.

O prefeito permanece na capital federal até a próxima quinta-feira (14) e tem reuniões agendadas na presidência da república, presidência do Senado e Câmara dos Deputados, seis ministérios, secretários, Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e com os líderes do governo no Congresso Nacional e na Câmara dos Deputados.
A prioridade é encontrar uma saída para o problema do reservatório de Chavantes, sob risco de colapso absoluto da atividade turística.
Além disso ele busca a obtenção de recursos para a execução e continuidade de obras, programas e melhorias é uma das prioridades da atual administração.

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Fonte do post: Tribuna do Vale com Diógenes Gonçalves

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1 Comentário

  1. Joel

    Estamos pagando contas de energia com “Bandeira Vermelha”, devido á geração em Termoelétricas, mas a geração nas hidroelétricas está sendo aumentada! Alguém está embolsando a diferença!

    Responder

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