quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90
Cliente 728 x 90

Secretário admite baixo efetivo para fiscalizar barragens no PR; uma delas apresenta problemas

Secretário admite baixo efetivo para fiscalizar barragens no PR; uma delas apresenta problemas
Crédito da foto Para Foto: Flávia Barros
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125

Após o rompimento da barragem de Brumadinho, que vitimou até o momento 65 pessoas em Minas Gerais, o Governo do Paraná anunciou nesta terça-feira (29) que irá desenvolver um plano de ação para fortalecer a fiscalização desses empreendimentos no estado. A medida foi anunciada em coletiva de imprensa no começo da tarde de hoje, na sede da Secretaria de Desenvolvimento Sustentável e Turismo.

Segundo ele, a gestão do plano de averiguação desses locais será feita a partir de um contrato de gestão com o Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar), acompanhado também por três órgãos públicos, que serão fundidos em um só: o Instituto Ambiental do Paraná, oInstituto das Águas e o Instituto de Terra, Cartografia e Geologia. “As equipes são pequenas, mas a essa união é justamente para trabalharmos de forma mais efetiva”, disse.

“Essa força-tarefa servirá para analisarmos as condições dessas construções, pois é importante darmos uma resposta no momento, para tranquilizarmos a todos. Podemos afirmar aos paranaenses que não possuímos nenhuma barragem que exponha as pessoas a nenhum tipo de risco”. O secretário trouxe outro dado importante para a população paranaense: no estado, apenas três barragens são de rejeitos de minério, como a que rompeu em Minas Gerais na última sexta-feira (25), situadas nas cidades de Figueira, Campo Magro e Adrianópolis.

O responsável pela pasta de Desenvolvimento Sustentável e Turismo ainda divulgou que das mais de 460 instalações, cerca de 60 já foram avaliadas pelo IAP, sendo encontrada apenas uma com problemas, localizada na cidade de Imbituva, no interior do estado. “Já estamos intensificando o trabalho de verificação nessa unidade  para levantarmos as suas condições”, acrescentou. As outras 400, segundo o secretário, farão parte da força-tarefa recém-criada pelo poder público, que terá um cronograma detalhado nas próximas duas semanas.

Souza ainda salientou que as unidades com outras funcionalidades, como as de aproveitamento hidrelétrico e de questão de rejeitos minerais, são fiscalizadas por agências federais. “As unidades de rejeitos de minério, como a de Brumadinho, são de incumbência da Agencia Nacional de Mineração (ANM). Já as de aproveitamento hidrelétrico possuem a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que controla a estabilidade dessas construções”, explicou.

Simepar

O diretor-presidente do Simepar, Eduardo Alvim, também divulgou qual será o papel da instituição durante o plano de gestão. “Nós vamos somar habilidades aos órgãos do estado trazendo reforço humano e tecnológico para melhorar a fiscalização das barragens no Paraná”, afirmou.

A ideia é de que a organização utilize seu sistema de satélites parar mapear e caracterizar a situação dessas unidades, desenvolvendo um retrato e capacitando os técnicos para tomar decisões cabíveis caso haja problemas. “A base de toda a operação é o desenvolvimento de uma gestão de risco. Precisamos conhecer o risco e também conhecer os potenciais impactos”, contou o diretor.

Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125
Post Topo 747 x 125

Fonte do post: Luiz Kozak e Flávia Barros

Notícias Relacionadas

Comentar: Secretário admite baixo efetivo para fiscalizar barragens no PR; uma delas apresenta problemas

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

WhatsApp 596