quinta-feira, 20 de setembro de 2018

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Sem ração, granjas começam a sacrificar animais

Sem ração, granjas começam a sacrificar animais
Crédito da foto Para Foto: Jonas Oliveira
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Sem transporte, a falta de ração para a alimentação de animais está causando impacto direto no setor produtivo de carnes em todo o país. Várias granjas e frigoríficos estão racionando ração e começaram a intensificar o abate de animais, segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC) e a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que representam mais de 170 empresas e cooperativas.


“A situação nas granjas produtoras é gravíssima, com falta de insumos e risco iminente de fome para os animais”, alerta nota publicada pelas associações.

Segundo os produtores, além da falta de ração, caminhões que transportam cargas vivas também estão sendo barrados, o que desrespeita acordo feito com a organização da greve.

“Diferente da promessa feita ontem pelas lideranças dos caminhoneiros, ainda não houve a liberação das cargas vivas em vários pontos de parada do movimento de greve nas estradas. Recebemos relatos de produtores com caminhões transportando animais parados em bloqueios em todo o país.   Há casos de animais com mais de 50 horas sem alimentação”, afirma a ABPA.

Queda na exportação 

Com os bloqueios nas rodovias, que impedem o acesso dos insumos necessários à produção e impossibilitam o escoamento de alimentos, deixaram de ser exportadas 25 mil toneladas de carne de frango e suínos, o equivalente a uma receita de US$ 60 milhões que deixa de ser gerada para o país. No caso da carne bovina, são cerca de 1200 contêineres que deixam de ser embarcados por dia.

Segundo as associações, o setor emprega mais de 7 milhões de pessoas e é responsável pela produção de mais de 25 milhões de toneladas de alimento/ano.

Veja a nota na íntegra:

“A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) alerta que, diferente da promessa feita ontem pelas lideranças dos caminhoneiros, ainda não houve a liberação das cargas vivas em vários pontos de parada do movimento de greve nas estradas.

Recebemos relatos de produtores com caminhões transportando animais parados em bloqueios em todo o país.   Há casos de animais com mais de 50 horas sem alimentação.

Também está travada em vários pontos a circulação de caminhões de ração, que levariam alimentos para os criatórios espalhados por pequenas propriedades dos polos de produção. A situação nas granjas produtoras é gravíssima, com falta de insumos e risco iminente de fome para os animais.

A cadeia produtiva da avicultura e da suinocultura do país iniciou esta quinta-feira com 120 plantas frigoríficas paradas – produtoras de carne de frango, perus, suínos e outros.  Mais de 175 mil trabalhadores estão com atividades suspensas em todo o país.

Os danos ao sistema produtivo são graves e demandarão semanas até que se restabeleça o ritmo normal em algumas unidades produtoras.

A ABPA, portanto, apela ao movimento dos caminhoneiros pelo cumprimento da promessa com a liberação do transporte de animais e rações em todos bloqueios, além da retirada mínima de produtos nas fábricas para a retomada da produção. Os protestos são justos, mas é preciso bom senso e evitar a perpetuação desta situação aos animais”.

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Fonte do post: Paraná Portal

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