Sunday, 29 de November de 2020

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Surto de escorpiões na região preocupa moradores

Surto de escorpiões na região preocupa moradores
Photo Credit To Imagem Ilustrativa google.com
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Desde o começo do ano o Paraná contabilizou mais de 11 mil acidentes com animais peçonhentos, sendo que as picadas de escorpiões somaram 1.879 casos, com a confirmação de dois óbitos. No ano passado foram 17 mil acidentes registrados, sendo 2.396 por picada de escorpião com três óbitos.

Com alerta ligado após um registro de morte em Wenceslau Braz, a Vigilância Sanitária intensificou o combate de animais peçonhentos por toda cidade, entretanto essa situação não é particular do município, como conta Ronaldo Trevisan – diretor da 19ª Regional de Saúde, com sede em Jacarezinho.

“A manifestação de escorpiões é um problema geral, não é restrito ao Norte Pioneiro, em períodos mais quentes como o desta estação é natural que haja mais ocorrências desse gênero”, comenta.

A questão também não é exclusividade deste ano, no período de 2007 à 4 de outubro de 2018, a 19ª Regional registrou 3.540 acidentes com animais peçonhentos, destes, 741 foram decorrentes de picadas de escorpiões.

Nesse período ocorreram seis mortes, sendo uma por picada de serpente, outra por escorpião e quatro de abelhas.

Segundo o diretor, desde novembro de 2017 a regional tem emitido alerta às secretarias municipais de saúde sobre os cuidados necessários para prevenir, ou ao menos diminuir o número de casos.

Porém, ainda assim os casos preocupam, somente neste ano foram registrados 325 situações envolvendo animais peçonhentos, 136 pessoas foram picadas por escorpiões.

Apesar deste aracnídeo ter gerado uma atenção especial nos últimos meses, também há grande incidência de acidentes com cobras, aranhas-marrons, abelhas e  taturanas no Norte Pioneiro.

Cuidados
Diante da situação, agentes das Vigilâncias Sanitárias da região estão orientando os moradores sobre os cuidados que podem diminuir a reprodução desses animais.

Uma das dicas para evitar acidentes, principalmente em épocas de chuva e calor, é não acumular entulhos e lixo, ambientes que facilitam o esconderijo e a proliferação desses animais.

“Precisamos trabalhar para não ter mais casos. Escorpião é limpeza, não existe veneno para escorpiões, os cidadãos não podem criar ou deixar condições de abrigo e alimento para o animal, pois ele se multiplica sozinho e nessas condições, muito rápido”, frisa Trevisan.

O que fazer ao ser picado?
Assim que o cidadão sentir que foi picado por algum animal peçonhento deve ir imediatamente até uma unidade de saúde, como orienta o diretor da 19ª Regional.

“A primeira atitude que o paciente deve ter é se deslocar à uma unidade de saúde. Caso o cidadão tenha identificado o animal é importante que repasse as características ao médico, caso contrário, não cite possíveis animais ao profissional, pois isso pode dificultar o atendimento”, ressalta.

Soro
Afinal, por que não há soro nos municípios? Trevisan esclarece porque somente Jacarezinho possui o soro utilizado em casos de picadas de animais peçonhentos.

“Dez dos 22 municípios que atendemos pela regional já registraram casos envolvendo animais peçonhentos e o número de pacientes que precisaram de soro é muito baixo, isto é um dos fatos que fazem com que o soro fique concentrado em Jacarezinho”, afirma.

“Além disso, essa é uma estratégia nacional que a regional segue, o soro foi escolhido para ficar na 19ª Regional devido a ser um município de mais facilidade para deslocamento dos cidadãos de toda região, uma área central digamos”, enaltece.

A Câmara Legislativa de W. Braz discute a possibilidade de entrar com uma liminar na Justiça para adquirir o direito de armazenar o soro no município, visto que recentemente houve uma morte, a princípio causada por uma picada de escorpião.

(Foto: Arquivo/Folha Extra)

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Post source : Gilmara Silva / Folha Extra

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