quarta-feira, 22 de novembro de 2017

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Usina Chavantes completa 47 anos de operação

Usina Chavantes completa 47 anos de operação
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No dia 6 de fevereiro de 1970, foram ligados dois dos quatro grupos geradores da hidrelétrica Chavantes, colocando em operação uma das maiores usinas paulistas e o maior aproveitamento hidrelétrico do Paranapanema à época. No final daquele mesmo ano, os outros dois grupos geradores passaram a funcionar, concretizando um projeto cuja execução consumira 12 anos de intensos trabalhos.

Implantada no Médio Paranapanema, entre as hidrelétricas Jurumirim (acima, na cabeceira do rio) e Salto Grande (abaixo), inauguradas anteriormente, Chavantes superou suas antecessoras com uma potência instalada de 414 MW, contra 74 MW de Salto Grande e 100,9 MW de Jurumirim.

Iniciada em 1958, ano da inauguração de Salto Grande, Chavantes foi construída tendo de um lado o município paranaense Ribeirão Claro e, de outro, o paulista Chavantes. Mas suas obras alcançaram 15 municípios, nos dois Estados, considerando-se a terraplenagem do reservatório, que ocupa uma área de 400 quilômetros quadrados e é capaz de armazenar 9,4 bilhões de metros cúbicos de água.

Na fase de projeto, denominada “Usina Itararé”, ao início da construção, rebatizada de “Usina Xavantes”, a UHE Chavantes – a nova grafia foi adotada em 1990 – desde o início impulsionou o desenvolvimento do Vale do Paranapanema. Além de sua construção demandar obras de infraestrutura, como estradas e pontes, a usina gerou emprego e renda nas comunidades onde foi implantada.

Hoje sob a gestão da CTG Brasil, a UHE Chavantes realiza diversos programas ambientais importantes para a região, como os de Promoção Florestal e reposição do estoque pesqueiro. Dentre as diversas iniciativas de relacionamento com as comunidades vizinhas, destaca-se a programação cultural itinerante do Circuito Cultural, que ao longo do ano disponibiliza vários projetos gratuitamente.

COG – Na usina Chavantes fica o Centro de Operação da Geração (COG), que supervisiona e tem capacidade de telecomandar remotamente, em tempo real, a operação das oito usinas da CTG Brasil no rio Paranapanema. Assim como nas demais usinas do país, a operação de Chavantes é coordenada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)

Barragem e reservatório possuem grandes dimensões
Com impressionantes 89 metros de altura e 500 metros de comprimento, a barragem de Chavantes exigiu 846 mil metros cúbicos de escavações para sua fundação, e consumiu 6 milhões de metros cúbicos de material, para sua implantação. Essa estrutura é sistemática e continuamente submetida a um amplo sistema de monitoramento, controle e manutenção, capaz de garantir a segurança.

Já o seu reservatório de acumulação funciona como uma espécie de grande caixa d’água, cujo nível baixa no período seco, abrindo espaço para coletar e armazenar as águas no período de chuvas, contribuindo, assim, para regularizar a vazão do médio Paranapanema em épocas de cheia e seca.

Uma vez instalado, o reservatório Chavantes extrapolou sua finalidade principal, que é prover a usina da água necessária à geração, e passou a atender a usos múltiplos, pela comunidade. Suas águas limpas e sua beleza cênica impulsionaram o turismo na região, de modo que cidades como Piraju (SP), Ribeirão Claro e Carlópolis (PR) vêm encontrando na atividade uma grande vocação turística e econômica.

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Fonte do post: Assessoria

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