domingo, 12 de julho de 2020

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Polícia Civil identifica corpo carbonizado e esclarece crime

Polícia Civil identifica corpo carbonizado e esclarece crime
Crédito da foto Para tanosite
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Um crime macabro e cercado de mistérios ocorrido no dia 22 de março, na zona rural de Carlópolis, foi esclarecido pela Polícia Civil. De acordo com as investigações, o cadáver encontrado carbonizado à margem da estrada do Monge trata-se de Marcos Garcia, conhecido por ‘Tubarão’, que foi assassinado pelo próprio irmão, Elídio Garcia Neto, 26, por supostamente tentar violentar a própria mãe e uma irmã deficiente. Segundo a polícia, quando adolescente o acusado também assassinou outro irmão pelo mesmo motivo.

Conforme apurado pela reportagem, Elídio Garcia Neto assassinou o irmão no dia anterior à localização do cadáver. Após o crime, ele jogou corpo em uma fossa na tentativa ocultá-lo, porém, por desconfiar que o homicídio seria desvendado o acusado transportou o cadáver até a estrada rural, onde o enrolou em um colchão, despejou combustível e ateou fogo.

Segundo testemunhas ouvidas no inquérito policial, um parente teria presenciado a vítima tentando abusar sexualmente da própria mãe e anteriormente cometido o mesmo crime contra uma irmã cadeirante. A violência, no entanto, só não foi consumada porque em ambas as situações foram percebidas pela denunciante, que disse ter optado pelo silêncio.

Apesar da mãe e a irmã tentarem evitar que os fatos chegassem ao conhecimento de Garcia Neto por temerem que ele repetisse o que fez quando adolescente com outro irmão pelo mesmo motivo, a situação chegou ao seu conhecimento e o crime foi inevitável.

O inquérito policial foi encaminhado ao Ministério Público Estadual (MP-PR), que ofereceu denúncia contra Elídio Garcia Neto pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. A Justiça acatou o parecer do MP, e o acusado deve ir a júri popular.

Outro lado

Desde que foi preso preventivamente logo após o crime, Elídio Garcia Neto nega a autoria do homicídio ou qualquer envolvimento com o crime. Ele permanece à disposição da Justiça na Cadeia Pública de Carlópolis, onde deve aguardar preso pelo julgamento.

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Fonte do post: Luiz Guilherme Bannwart

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