segunda-feira, 26 de julho de 2021

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“Achei que era verdade”, desabafa mãe de João Rafael após erro da polícia

“Achei que era verdade”, desabafa mãe de João Rafael após erro da polícia
Crédito da foto Para (Foto: Reprodução/Facebook)
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mãe do pequeno João Rafael Kovalski, desaparecido desde agosto de 2013, quando tinha quase dois anos de idade, ficou revoltada com a postagem errada da Polícia Civil no Facebook, que afirmava que o menino havia sido encontrado. Lorena Cristina Conceição, que é assistente social, estava no trabalho quando recebeu mensagens de amigos sobre o post na internet.

Assim que viu a foto do filho com a tarja vermelha de “encontrado”, ela sentiu esperança e acreditou que a dor que sentia por tantos anos chegaria ao fim. Mas não foi o que aconteceu. “Depois que a publicação saiu, todo mundo estava atrás de mim e, como eu trabalho em um lugar de difícil acesso, não conseguia obter mais informações. Como assim tinham encontrado o meu filho? Onde? Eu fiquei sem chão… Tentei ligar para o Sicride [Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas], mas ninguém atendia”, contou Lorena em entrevista à imprensa na tarde de terça-feira (24).

Cartaz publicado pela Polícia Civil no Facebook. (Foto: Reprodução)

Após a repercussão da publicação no Facebook e o contato da reportagem, a Polícia Civil informou que houve um erro no sistema, ocorrido por causa da ‘duplicidade’ do Boletim de Ocorrência sobre o caso (veja a nota completa no fim da reportagem). A foto de João Rafael foi, então, removida da página e substituída por outra, informando que ele continua desaparecido.

Mas até isso acontecer, a mãe já tinha acreditado que veria o filho em breve. “Eu achei que era verdade, ainda mais porque veio da polícia. Quando a informação é de uma pessoa interesseira ou de alguém que não conheço direito, eu nem ligo, mas a polícia é diferente. Afinal, são eles que estão investigando e sabem das coisas… Isso que eles fizeram hoje foi uma palhaçada, de um tremendo mau gosto. Brincar com o sentimento da gente é horrível”, desabafou.

Investigações

Há quase cinco anos sem João Rafael, Lorena ainda luta para encontrar o menino. Ela acredita que ele foi sequestrado e pede mais atenção das autoridades para o caso. “Alguém roubou o meu filho, porque se ele estivesse no rio, tinha boiado. Uma hora as pessoas mortas aparecem, de uma forma ou de outra. Não é que eu não queira aceitar essa possibilidade, mas como vou aceitar uma morte se não tem corpo? É complicado, revoltante, injusto”, comentou.

A assistente social ainda reclamou sobre a falta de informações da polícia sobre as investigações. “Eles nunca me mostraram nada, eu não tenho nada. A última vez que me procuraram foi há três anos”, finalizou.

Sobre essa declaração, a imprensa procurou novamente a Polícia Civil e aguarda retorno. Confira abaixo a nota enviada mais cedo sobre a postagem no Facebook:

O Serviço de Investigações de Crianças Desaparecidas (Sicride) informa que não procede a informação sobre o paradeiro do menino João Rafael Kovalski. Na época dos fatos, dois Boletins de Ocorrência (BOs) foram registrados, o que gerou uma duplicidade.

O erro no sistema aconteceu depois que o Sicride deu baixa em um dos BOs, que automaticamente encaminhou a fotografia do desaparecido para o site dos encontrados. A foto já foi removida e o site atualizado.

O caso

João Rafael morava em Adrianópolis, na região metropolitana de Curitiba, e foi visto pela última vez em uma chácara enquanto brincava próximo a um rio. Desde o sumiço, várias hipóteses foram levantadas: de que ele teria caído na água e se afogado; que poderia estar na Europa; e até que teria sido sequestrado pela babá, o que não foi confirmado pela polícia.

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Fonte do post: Marina Sequinel

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