quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

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Alegações falsas de estupro são muito raras. Casos reais são frequentes

Alegações falsas de estupro são muito raras. Casos reais são frequentes
Crédito da foto Para Estudante que inventou estupro chegou a fazer retrato falado dos supostos agressores. Segundo ela, imagens também foram inventadas (foto: Reprodução Polícia Civil)
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Alegações falsas de estupro são raras. Mas o estupro em si, não. Por isso, é até compreensível que episódios assim ganhem as manchetes mais facilmente, como ocorreu com o da estudante da Universidade Positivo. Ela confessou ter inventado um caso de abuso sexual que teria ocorrido dentro da instituição e agora deve ser responsabilizada por falsa comunicação de crime. A solução do caso foi divulgada ontem pela Delegacia da Mulher, que investigava o caso supostgamente ocorrido em abril de 2017.

Segundo dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil registrou entre 2015 e 2016 um total de 97.408 estupros, a maioria contra mulheres. Apenas no Paraná foram 8.246 notificações no período. Se cada uma dessas acusações de estupro tivessem sido reportadas pela imprensa, teríamos a publicação de 133 histórias por jornais brasileiros (sendo 11 casos do Paraná) a cada dia do ano.

É por isso que casos como o da estudante da UP e de Jemma Beale (confira mais abaixo) alcançam tanta repercussão. São exceções. Bombardeados especialmente nas redes sociais, muitos leitores imaginam que casos de ‘falso estupro’ sejam frequentes. Mas não são. No Brasil, as estatísticas oficiais mal dão conta de agregar registros de abuso sexual, uma vez que a subnotificação é grande – o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, por exemplo, estima que apenas 35% das ocorrências são denunciadas às autoridades.

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Fonte do post: Rodolfo Luis Kowalski

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