domingo, 12 de julho de 2020

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Casal de empresários é preso com mais de duas toneladas de alimentos adulterados

Casal de empresários é preso com mais de duas toneladas de alimentos adulterados
Crédito da foto Para Divulgação/Polícia Civil
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Um casal de empresários, atuante há mais de oito anos em Curitiba na distribuição de frios, laticínios e embutidos, foi preso no final da tarde de quarta-feira (8), pela Polícia Civil, suspeitos de falsificar e vender produtos alimentícios. 

Policiais da Delegacia de Crimes Contra a Economia e Proteção ao Consumidor (Delcon), em conjunto com agentes da Vigilância Sanitária de Curitiba e fiscais do Ministério da Agricultura, apreenderam mais de duas toneladas de alimentos em condições impróprias para consumo em um estabelecimento localizado em Santa Felicidade, famoso bairro gastronômico da capital. 

De acordo com a polícia, o casal comprava produto clandestino, sem origem comprovada, sem marca, sem inspeção sanitária e produtos próximos ao vencimento de supermercados da capital com preço abaixo do valor de mercado, com o objetivo de recolocar o produto a venda de maneira ilícita. 

Divulgação/Polícia Civil
Divulgação/Polícia Civil

Eles fatiavam, reembalavam com rótulo de outras empresas (nome fantasia e selo SIM/SIF), e revendiam para conhecidos estabelecimentos comerciais – restaurantes, pizzarias, lanchonetes e um hotel – de Curitiba. Alguns mercados, mercearias e panificadoras de bairro também compravam as mercadorias. 

“O armazenamento dos produtos estava sem higiene adequada. Com novo rótulo e nova data de validade, diferente do produto originalmente adquirido, eles prorrogavam de maneira inadequada e ilegal o prazo dos alimentos”, relata o delegado-titular da Delcon, Guilherme Rangel. 

A dupla responderá pelos crimes de mercadoria imprópria para consumo e falsificação de selo sanitário. Se condenados poderão pegar até oito anos no prisão. 
Entre os produtos apreendidos estão queijo, presunto, calabresa, bacon, peito de peru, entre outros. 

As investigações continuam com o objetivo de identificar a participação de outras empresas neste esquema criminoso. As marcas utilizadas pelos empresários também serão investigadas.

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Fonte do post: Bonde

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